Ponte em Feira de Santana é interditada após desmoronamento causado por fortes chuvas
Ponte interditada em Feira de Santana após desmoronamento

Ponte em Feira de Santana é interditada após desmoronamento causado por fortes chuvas

A passagem de veículos de grande porte pela ponte da localidade de Três Riachos, nas proximidades do rio Jacuípe, em Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia, foi interditada nesta segunda-feira, 30 de setembro. A medida foi tomada após parte da estrutura desmoronar por causa das fortes chuvas registradas no último fim de semana.

Interdição e reparos emergenciais

Segundo a Prefeitura de Feira de Santana, a interdição foi realizada pela Superintendência Municipal de Operações e Manutenção (Soma), que já iniciou os serviços emergenciais de reparo no local. A decisão visa evitar acidentes, já que a força das chuvas comprometeu significativamente a estrutura da ponte.

A Soma informou que a obra deve durar entre 45 a 60 dias, durante os quais técnicos estão avaliando as condições da ponte para definir as intervenções necessárias e garantir uma recuperação durável.

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Impacto no trânsito e rotas alternativas

Enquanto carros e motos continuam passando normalmente pelo local, está proibida a circulação de qualquer tipo de veículo de grande porte, incluindo:

  • Ônibus do transporte coletivo urbano
  • Caminhões da coleta de lixo

Por enquanto, a coleta de lixo está sendo realizada com o caminhão indo até o início da ponte, e os moradores se deslocam até o local para fazer o descarte. Quanto aos ônibus, a circulação ocorre apenas até o último ponto antes da ponte.

Uma reunião ainda será realizada para discutir rotas alternativas para esses veículos de maior porte, conforme informou a Soma. Equipes da Prefeitura estão acompanhando a situação no local e orientando os moradores sobre as alterações temporárias no tráfego da região.

Contexto e medidas de segurança

O desmoronamento ocorreu em uma área estratégica de Feira de Santana, destacando a vulnerabilidade de infraestruturas urbanas frente a eventos climáticos extremos. A interdição preventiva demonstra a preocupação das autoridades com a segurança pública, evitando possíveis tragédias no trânsito.

Os serviços de reparo estão sendo conduzidos com urgência, mas a previsão de até dois meses para conclusão reflete a complexidade dos danos estruturais causados pelas chuvas. A população local tem demonstrado compreensão, adaptando-se às mudanças temporárias no fluxo viário.

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