Príncipe é barrado no Palácio do Grão-Pará, avaliado em R$ 70 milhões
Príncipe barrado no Palácio do Grão-Pará, avaliado em R$ 70 mi

O príncipe Dom Pedro Tiago de Orléans e Bragança, membro da Família Real brasileira, foi impedido de retornar ao Palácio do Grão-Pará, em Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro. O imóvel histórico, avaliado em R$ 70 milhões, é objeto de uma disputa judicial que opõe membros da própria família real.

Impedimento e reação judicial

Segundo Dom Pedro Tiago, ele saiu do palácio para fazer exercícios e, ao voltar, foi barrado por seguranças. O príncipe afirma que a Companhia Imobiliária de Petrópolis, da qual fazem parte familiares seus, teria ordenado a troca das chaves e a restrição de acesso. Ele acionou a Justiça e conseguiu uma liminar que lhe garante o direito de retornar ao imóvel.

Acusações de uso excessivo de força

A situação também envolve acusações de uso excessivo de força policial durante a tentativa de entrada. O príncipe alega que a abordagem foi desproporcional e que houve violência por parte dos seguranças. A disputa expõe as tensões dentro da Família Real brasileira em relação à posse e possível venda do palácio histórico.

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Contexto histórico e valor do imóvel

O Palácio do Grão-Pará, localizado em Petrópolis, foi residência de membros da família imperial e possui grande valor histórico e arquitetônico. Avaliado em R$ 70 milhões, o imóvel está no centro de uma briga familiar que agora tramita na Justiça. A liminar obtida por Dom Pedro Tiago permite que ele retorne provisoriamente ao local, enquanto o mérito da ação é julgado.

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