Dólar a R$ 5,15; Ibovespa abaixo de 170 mil pontos
Dólar sobe a R$ 5,1566, maior valor em dois meses, e Ibovespa cai 0,77%, abaixo de 170 mil pontos. Dados de emprego dos EUA e tensões globais impactam mercados.
Dólar sobe a R$ 5,1566, maior valor em dois meses, e Ibovespa cai 0,77%, abaixo de 170 mil pontos. Dados de emprego dos EUA e tensões globais impactam mercados.
Ibovespa encerra em queda pressionado por payroll forte nos EUA, que eleva juros e dólar. Vale e Petrobras recuam. Mercado perde R$ 778 bilhões.
As taxas dos DIs subiram fortemente nesta sexta-feira, acompanhando a disparada dos Treasuries após dados de emprego nos EUA superarem expectativas, reforçando projeções de juros elevados.
Criação de 172 mil vagas em maio, muito acima do esperado, eleva temores de inflação e juros altos, provocando queda em bolsas, alta do dólar e disparada dos juros brasileiros.
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RecomendadoKevin Hassett, diretor do Conselho Econômico Nacional, afirmou que o Fed não precisa elevar os juros e pode até reduzi-los, mesmo com payroll acima do esperado. Ele minimizou riscos de alta do petróleo.
Dólar opera em alta com dados de emprego dos EUA e tensões no Oriente Médio. Ibovespa cai. Entenda os fatores que influenciam o câmbio.
O dólar atingiu R$ 5,11 após criação de 172 mil empregos nos EUA em maio, superando previsões. Taxa de desemprego estável em 4,3% e ganhos salariais em alta reforçam resiliência econômica.
Os contratos de minidólar encerraram em alta de 1,03%, aos 5.093 pontos, impulsionados pelo fortalecimento do dólar no exterior e pela cautela com novas ameaças tarifárias dos EUA ao Brasil.
Entenda as diferenças entre Pix e Zelle, citadas pelo governo dos EUA em investigação comercial que pode levar a tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.
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RecomendadoMichelle Bowman, vice-presidente do Fed, alertou que instituições financeiras não-bancárias estão substituindo bancos tradicionais sem enfrentar padrões regulatórios equivalentes. Ela defendeu propostas para aliviar requisitos de capital bancário.
A taxa de câmbio nominal atingiu recorde em 2024, mas Bradesco aponta normalização. Apreciação real é impulsionada pelo câmbio nominal e inflação doméstica.
Investidores em mercados emergentes passaram a avaliar o risco da dívida com base na relação dos líderes com Donald Trump. Aliados como Venezuela e Argentina atraem mais capital; adversários enfrentam desconfiança.
A Receita Federal notificou 61 empresas do setor de combustíveis como devedoras contumazes, com dívida total de R$ 30,6 bilhões. A medida segue a lei aprovada em 2024 e pode levar à inaptidão do CNPJ.
Ibovespa Futuro opera em baixa com tarifa de 25% dos EUA sobre exportações brasileiras e reunião ministerial de Lula. Dólar sobe, petróleo avança e Dow Jones cai.
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RecomendadoO dólar opera em alta nesta quarta-feira (3) ante o real, influenciado por tensões geopolíticas no Oriente Médio e novas tarifas propostas pelos EUA ao Brasil.
Dólar sobe 0,14% cotado a R$ 5,0162 com novas tarifas dos EUA e incertezas no Oriente Médio. Ibovespa aguarda abertura. Entenda os fatores que influenciam o câmbio.
Presidente do BC, Gabriel Galípolo, apresenta hipótese para valorização do real em meio a saída de capital estrangeiro e aversão a risco global, durante Fórum de Lisboa.
Após trégua, dólar sobe 2,5% desde maio. Especialistas divergem sobre tendência, mas recomendam exposição internacional gradual como proteção patrimonial.
Ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirma que designação do PCC e CV como terroristas pelos EUA pode gerar sanções a instituições financeiras e afetar o Pix.
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RecomendadoOs Estados Unidos ameaçam impor tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, mas o mercado reage com alta da Ibovespa e queda do dólar. Entenda os motivos e as negociações.
O dólar à vista caiu 0,47%, a R$5,0217, impulsionado pela alta do petróleo e apesar da suspensão de negociações Irã-EUA. Real se valorizou entre emergentes.
Nova ameaça tarifária dos EUA ao Brasil gera reações no mercado. Ibovespa sobe e dólar cai, enquanto governo vê margem para negociação. Entenda os motivos e os próximos passos.
Presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, afirmou que interferência política pode minar a credibilidade do banco central e prejudicar a economia dos EUA.
O ITA revisou sua projeção para a Selic, estimando a taxa em 13,75% ao final de 2026, e alerta para riscos de que o ciclo de cortes seja interrompido antes do esperado devido à inflação persistente.
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RecomendadoGoverno americano alega que sistema de pagamentos instantâneos brasileiro, por ser gratuito, pressiona concorrentes a bancar estrutura pública. Entenda o caso.
EUA concluem investigação e propõem tarifa de 25% sobre mercadorias brasileiras. Companhias aéreas cancelam voos para Portugal. Jovem perde perna após ataque de tubarão. Seleção treina nos EUA. Rock in Rio 2026: pré-venda.