A Petrobras assumiu a liderança no ranking de patrocínios culturais via Lei Rouanet em 2026, com investimento total de R$ 120 milhões. O valor representa um aumento de 15% em relação ao ano anterior, consolidando a estatal como a principal incentivadora de projetos culturais no país.
Banco do Brasil e Bradesco completam o pódio
O Banco do Brasil aparece na segunda posição, com R$ 95 milhões destinados a iniciativas culturais. Já o Bradesco, terceiro colocado, investiu R$ 82 milhões. As três instituições financeiras e a petroleira respondem por mais da metade dos recursos captados via Lei Rouanet em 2026.
Ranking completo dos maiores patrocinadores
- Petrobras: R$ 120 milhões
- Banco do Brasil: R$ 95 milhões
- Bradesco: R$ 82 milhões
- Itaú Unibanco: R$ 70 milhões
- Vale: R$ 55 milhões
- Ambev: R$ 48 milhões
- Shell Brasil: R$ 40 milhões
- Chevrolet: R$ 35 milhões
- Natura: R$ 30 milhões
- Globo: R$ 28 milhões
Setor cultural comemora aumento de investimentos
Segundo o Ministério da Cultura, o total de recursos captados via Lei Rouanet em 2026 alcançou R$ 1,2 bilhão, crescimento de 10% em relação a 2025. Para o secretário de Fomento Cultural, Carlos Alberto Júnior, "os números mostram a retomada do investimento privado em cultura, essencial para a diversidade artística do país".
Perfil dos projetos patrocinados
Os projetos mais contemplados incluem festivais de música, exposições de arte, espetáculos de teatro e dança, além de preservação de acervos históricos. A Petrobras, por exemplo, destinou R$ 30 milhões para a restauração de museus regionais. O Banco do Brasil focou em projetos de música erudita e popular brasileira.
Impacto econômico e cultural
Estima-se que cada real investido via Lei Rouanet gere R$ 1,50 em retorno econômico, considerando geração de empregos, turismo e arrecadação de impostos. Em 2026, os patrocínios culturais devem gerar cerca de 50 mil postos de trabalho temporários e permanentes.



