Doenças respiratórias em pets no inverno: veja como proteger cães e gatos
Doenças respiratórias em pets no inverno: veja como proteger

Com a chegada do inverno e a queda nas temperaturas, a rotina dos animais de estimação muda dentro de casa. O frio aumenta o risco de doenças em cães e gatos, o que faz com que tutores redobrem os cuidados e adotem novas medidas de proteção no dia a dia.

Principais riscos para a saúde dos pets no frio

Segundo a médica veterinária Stella de Farias Valle, professora da Pós-Graduação em Ciências Veterinárias da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a queda nas temperaturas favorece problemas de saúde, especialmente nos mais vulneráveis. "O principal [problema] é a facilidade de adquirir mais doenças, principalmente doenças respiratórias. Estar com as vacinas em dia é um pré-requisito bem importante", comenta.

Filhotes, animais idosos e os de pelo curto estão entre os mais afetados. Tosse, espirros e coriza são sintomas comuns nesse período. A publicitária Laura Raupp conta que o cachorro dela, Zeca, sente os efeitos do frio: "Ele fica bem mais em casa e está sempre com alguma coberta", afirma.

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Dicas para cuidar dos pets no inverno

Antes de sair com cães ou gatos em dias de baixas temperaturas, alguns cuidados simples ajudam a manter a saúde e o bem-estar dos pets. Mesmo no frio, os passeios devem continuar, mas, de preferência, nos horários mais quentes do dia. Nesses momentos, roupas e acessórios ajudam a proteger os animais.

Betina Glasser, tutora do Bebeto, diz que reforça os cuidados: "Ele toma vacina para gripe, usa roupinha e, quando chove, usa capinha", relata. Além disso, o banho e a tosa também precisam de mudanças. "É importante manter o cuidado de rotina comum, de check-up anual pelo menos", comenta a médica veterinária Stella. "Quando não precisa, a gente pode espaçar um pouco mais as tosas."

Banho e tosa: cuidados especiais

Em um pet shop de Porto Alegre, o atendimento é feito em ambiente climatizado, com água aquecida. A proprietária Leticia Kapper explica que a secagem faz diferença. "A água é bem morninha e confortável. Uma das diferenças do banho em casa para o da pet é justamente a hora da secagem", afirma.

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