Crochê vira febre entre torcedoras na Copa do Mundo; veja tendência
Crochê vira febre entre torcedoras na Copa do Mundo

O crochê assumiu o posto de tendência absoluta entre as torcedoras da seleção brasileira durante a Copa do Mundo. Celebridades como Paolla Oliveira, Virginia Fonseca e Thaila Ayala já foram flagradas usando peças artesanais, como camisas e bandanas, que unem originalidade e versatilidade. A procura é tão intensa que artesãs relatam listas de espera e até escassez de materiais, elevando os preços.

Famosas aderem ao estilo artesanal

Paolla Oliveira e Virginia Fonseca são algumas das famosas que apostaram no crochê para torcer. As peças, muitas vezes feitas sob encomenda, chamam atenção pela exclusividade. “Cada peça é única, feita à mão. Isso atrai quem quer fugir do padrão”, explica a artesã Carla Mendes, que viu a demanda triplicar nas últimas semanas.

Versatilidade e custo-benefício

Além do apelo estético, as peças de crochê se destacam pelo preço mais acessível em comparação aos produtos oficiais da seleção. Uma bandana artesanal custa, em média, R$ 30, enquanto camisas oficiais ultrapassam R$ 200. “A cliente busca economia sem abrir mão do estilo”, afirma a vendedora online Juliana Costa. A versatilidade também é um ponto forte: as peças podem ser usadas em diferentes ocasiões, não apenas nos jogos.

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Alta demanda desafia artesãs

A febre do crochê gerou um efeito colateral: a dificuldade em encontrar materiais como linhas nas cores verde e amarela. “Estou com uma lista de espera de 15 clientes. O fio está em falta nos fornecedores”, conta a artesã Maria Aparecida Silva. Com a escassez, os preços dos insumos subiram até 20%, repassados parcialmente ao consumidor final. Ainda assim, a procura não diminuiu.

Impacto nas vendas e nas redes sociais

Nas redes sociais, hashtags como #crochênacopa e #modaartesanal acumulam milhares de postagens. Grupos de venda no WhatsApp e Instagram registraram aumento de 50% nas buscas por peças de crochê. “Nunca vi tanto interesse. Estou produzindo dia e noite para dar conta”, diz a artesã Patrícia Oliveira, que dobrou sua equipe de produção.

A tendência reforça o movimento de valorização do artesanato e do consumo consciente. Para muitos torcedores, vestir crochê é também uma forma de apoiar o trabalho manual e a economia criativa local.

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