Mercados: Futuros dos EUA sobem com tecnologia; dólar cai
Futuros dos EUA sobem com tecnologia; dólar cai

Os índices futuros dos Estados Unidos operam em alta nesta segunda-feira (6), impulsionados pela recuperação das ações de tecnologia. O Dow Jones Futuro sobe 0,01%, o S&P 500 Futuro avança 0,44% e o Nasdaq Futuro registra ganho de 1,04%. O movimento dá continuidade ao rali da semana passada, quando o Dow Jones renovou suas máximas históricas.

Petróleo e minério de ferro têm desempenhos opostos

Os preços do petróleo operam em leve baixa, com o WTI caindo 0,10%, a US$ 68,62 o barril, e o Brent recuando 0,14%, a US$ 72,02 o barril. A pressão vem da decisão da Opep+ de aumentar as metas de produção em 188 mil barris por dia a partir de agosto, além da recuperação das exportações pelo Estreito de Ormuz, com 160 embarcações registradas em trânsito entre segunda-feira e sábado da semana passada.

Já o minério de ferro negociado na bolsa de Dalian fechou em alta de 0,14%, a 738 iuanes (US$ 108,70), sustentado pela redução dos estoques nos portos chineses e por uma nova injeção de liquidez do banco central chinês, embora a forte deterioração na rentabilidade das siderúrgicas tenha limitado os ganhos.

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Bolsas da Ásia fecham majoritariamente em queda

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em baixa na maioria, com exceção de Hong Kong e Índia. O Shanghai SE (China) caiu 0,06%, o Nikkei (Japão) recuou 0,01%, o ASX 200 (Austrália) perdeu 0,15%, enquanto o Hang Seng Index (Hong Kong) subiu 1,14% e o Nifty 50 (Índia) avançou 0,74%. A realização de lucros antes da divulgação de balanços corporativos foi apontada como causa, já que o principal índice da Coreia do Sul subiu quase 90% no ano, o de Taiwan 62% e o do Japão 37%. A Samsung deve divulgar resultados na terça-feira, com analistas prevendo um aumento de 18 vezes nos lucros, conforme estimativa da LSEG.

Europa opera mista com agenda econômica intensa

As bolsas europeias operam de forma mista. O STOXX 600 cai 0,31%, o DAX (Alemanha) sobe 0,05%, o FTSE 100 (Reino Unido) recua 0,19%, o CAC 40 (França) avança 0,10% e o FTSE MIB (Itália) sobe 0,09%. Os investidores acompanham a divulgação das vendas no varejo e dos preços ao produtor (PPI) da União Europeia referentes a maio, além dos dados de produção industrial da Alemanha no mesmo período.

Brasil: governo Lula aposta em corte de alíquotas para barrar tarifaço de Trump

No cenário doméstico, o governo Lula vê como trunfo a diminuição de taxas para a importação de produtos de setores dominados pelos EUA, como máquinas, equipamentos na área da saúde e tecnologia da informação, para barrar o tarifaço de Trump. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, tem audiência pela manhã com o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Antônio Alban, e à tarde se reúne com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Dólar comercial fecha em queda pelo segundo dia

O dólar comercial emendou a segunda baixa seguida frente ao real, com queda de 0,76% na sexta-feira (3), fechando a venda a R$ 5,168 e a compra a R$ 5,167. A mínima foi de R$ 5,166 e a máxima de R$ 5,200. O movimento acompanhou a desvalorização da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY em queda de 0,01%, aos 100,86 pontos. Na semana, o câmbio acumulou baixa de 0,02%.

Ibovespa sobe 0,74% na sexta-feira

O Ibovespa terminou a sexta-feira (3) com alta de 0,74%, aos 174.070,27 pontos, com máxima de 174.664,35 e mínima de 172.790,39. O volume negociado foi de R$ 12,80 bilhões. Na semana, o índice acumulou ganho de 0,45%; em julho, sobe 1,19%; no 3T26, avança 1,19%; e em 2026, acumula alta de 8,03%.

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