Ao receber um dinheiro extra, muitos brasileiros se deparam com a dúvida: amortizar o financiamento da casa própria ou investir o valor? A decisão, segundo economistas, depende do custo de oportunidade — ou seja, qual das opções oferece o maior benefício financeiro.
Comparação essencial: juros, rentabilidade e riscos
A análise deve levar em conta os juros do financiamento, a rentabilidade do investimento, além de impostos, inflação e riscos. Se o rendimento líquido do investimento superar o custo da dívida, investir pode ser a melhor escolha. Caso contrário, amortizar o saldo devedor reduz os juros pagos e pode trazer mais segurança.
Quando amortizar é mais indicado
Especialistas afirmam que amortizar o financiamento costuma ser mais indicado quando os juros são altos ou a situação financeira está mais apertada. Nesse cenário, reduzir a dívida diminui o risco de inadimplência e libera renda futura.
Quando investir faz mais sentido
Já investir tende a ser mais vantajoso para quem já possui uma reserva de emergência, paga juros baixos no financiamento e consegue obter uma rentabilidade superior ao custo da dívida. Nesse caso, o dinheiro extra pode gerar retornos maiores do que a economia com juros.
Segundo especialistas, a decisão deve ser personalizada, considerando o perfil de risco, os objetivos financeiros e o momento de vida de cada pessoa. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.



