A Ambiental MS Pantanal e a Sanesul dão início, em 2026, a obras de ampliação do sistema de esgotamento sanitário em Maracaju, Vicentina e Rio Brilhante, localizados na região centro-sul de Mato Grosso do Sul. Esses municípios, estratégicos para a economia estadual e situados em áreas de influência de bacias hidrográficas ligadas ao rio Paraná, recebem investimentos para expandir o acesso à rede de esgoto, fortalecer a infraestrutura urbana e promover a proteção ambiental e a saúde pública.
Detalhamento das obras por município
As intervenções abrangem diferentes fases de expansão e consolidação do sistema de esgotamento sanitário. Em Maracaju, que possui 75,87% de cobertura, o plano prevê mais de 56 quilômetros de rede coletora e 5.675 novas ligações domiciliares, beneficiando cerca de 15,3 mil pessoas. Apenas em 2026, já foram executados 8,6 quilômetros de rede, 607 ligações domiciliares, uma Estação Elevatória de Esgoto (EEE) e 214 metros de linha de recalque, estrutura que conduz o esgoto bombeado ao ponto adequado do sistema.
Em Vicentina, com 49,13% de cobertura, as obras incluem a implantação de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), com capacidade de 10 litros por segundo, e mais de 5,3 quilômetros de emissário, que conduz o efluente tratado ao corpo receptor. Somadas à ampliação da rede e à entrega da estação elevatória pela Sanesul, as intervenções devem permitir que o município alcance a universalização do esgotamento sanitário ainda em 2026.
No município de Rio Brilhante, a universalização avança com a ativação de mais de 5,4 mil ligações domiciliares e aproximadamente 46 quilômetros de rede coletora já implantados. O planejamento prevê também a ativação de quatro Estações Elevatórias de Esgoto (EEEs), etapa essencial para garantir a plena operação do sistema e ampliar o atendimento à população.
Impactos na saúde e no meio ambiente
Gabriel Buim, diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, destaca que as obras de 2026 ampliam a infraestrutura necessária para assegurar que o esgoto percorra o caminho adequado, da coleta nos imóveis ao tratamento final. "Cada quilômetro de rede implantado e cada nova ligação domiciliar representam mais saúde, qualidade de vida e desenvolvimento para a população. Essas estruturas permitem que o esgoto seja coletado nos imóveis, conduzido pela rede, bombeado pelas estações elevatórias quando necessário e direcionado com segurança até o tratamento. É uma infraestrutura que muitas vezes fica sob o solo, mas que transforma a rotina das cidades, protege os recursos hídricos e deixa um legado permanente para Mato Grosso do Sul", afirma.
Com a coleta e o tratamento adequados, diminuem os riscos de contaminação do solo e dos corpos d'água, reduzem-se os impactos ambientais e melhoram as condições sanitárias dos bairros. Na prática, os investimentos contribuem para mais saúde pública, dignidade, valorização urbana e proteção dos recursos naturais.
Transformando o presente e o futuro
Os avanços em Mato Grosso do Sul refletem a atuação da Aegea, uma das maiores empresas privadas do setor no país, presente em 15 estados brasileiros e responsável por levar água tratada, coleta e tratamento de esgoto a mais de 39 milhões de pessoas. A companhia tem transformado realidades por meio de inovação, eficiência operacional e compromisso com a qualidade de vida. Mais do que infraestrutura, a Aegea contribui para construir cidades mais saudáveis, resilientes e preparadas para o futuro, promovendo dignidade, desenvolvimento e preservação dos recursos naturais.
Em diferentes territórios do país, a presença da companhia se traduz em mudanças concretas no cotidiano das pessoas: da ampliação do acesso ao saneamento à recuperação ambiental, da melhoria da saúde pública à criação de oportunidades para o desenvolvimento sustentável. Uma trajetória construída com o propósito de transformar o presente e contribuir para um futuro melhor para milhões de brasileiros.



