Funcionária de confiança desviou R$ 200 mil de loja em Goiânia
Funcionária de confiança desviou R$ 200 mil de loja

Uma funcionária suspeita de desviar R$ 200 mil de uma loja de roupas em Goiânia foi presa. A empresária Júlia Galvão, proprietária da Ambrô, afirmou que a suspeita era de sua mais alta confiança e chegou a participar de seu casamento. A Polícia Civil investiga transferências bancárias não autorizadas para parentes e compras no cartão corporativo da empresa.

Desabafo da empresária

Em pronunciamento nas redes sociais, Júlia Galvão disse: “Uma pessoa da minha mais alta confiança, uma pessoa por quem eu tinha muito carinho e que estava no meu casamento... A maior rasteira que já levei na vida”. A empresária revelou que os desvios ocorreram enquanto ela enfrentava a internação da avó em uma UTI, o que agravou o impacto emocional.

Detalhes da investigação

Segundo a advogada da empresa, Gilsara Lourenço, a funcionária teria transferido R$ 137 mil para os pais e parcelado R$ 68 mil em compras no cartão corporativo. O delegado Daniel Marcelino informou que o destino dos valores ainda está sendo apurado. A suspeita, investigada por furto qualificado, foi presa no dia 3 de junho, horas antes de viajar para o Rio de Janeiro.

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Reação da defesa

A defesa da funcionária, representada pela advogada Daniele Santos, informou que ela é primária, tem bons antecedentes e não cometeu crimes anteriores. Foi solicitado habeas corpus para liberdade provisória. A defesa destacou que a viagem ao Rio era a passeio e que a passagem foi comprada antes da investigação.

Posicionamento da empresa

A Ambrô afirmou que possui ampla documentação e registros financeiros encaminhados às autoridades. A empresa garantiu que suas operações seguem normalmente, sem impacto para clientes e fornecedores.

Impacto emocional

Júlia Galvão desabafou: “Isso tudo veio como uma avalanche em cima de mim, da minha mente, dos meus sonhos, de tudo”. Apesar do abalo, ela disse que não desistirá e que a loja é “sagrada” para ela. A investigação continua para apurar a participação de outras pessoas e recuperar os valores desviados.

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