A Inoar, empresa brasileira de cosméticos, apresentou um estudo internacional inédito sobre a segurança cutânea do ácido glioxílico em produtos alisantes. A pesquisa, realizada em parceria com um laboratório francês, não detectou permeação cutânea mensurável do ativo, atendendo à chamada de dados da Comissão Europeia.
Detalhes da pesquisa
O estudo foi conduzido pela Dra. Michelle Sabrina da Silva, que apresentou os resultados no Congresso Brasileiro de Toxicologia (CBTOX) 2026. A pesquisa utilizou metodologia avançada para avaliar a absorção do ácido glioxílico pela pele, demonstrando que o composto não atravessa a barreira cutânea em níveis significativos.
Segundo a Inoar, o trabalho foi motivado por uma solicitação da Comissão Europeia, que busca dados robustos sobre a segurança de ingredientes cosméticos. A empresa afirma que os resultados reforçam a segurança do ácido glioxílico quando usado em formulações capilares.
Impacto regulatório e de mercado
A ausência de permeação cutânea é um dado crucial para a aprovação regulatória do ácido glioxílico em alisantes, especialmente na Europa. A Inoar espera que o estudo contribua para a harmonização das normas de segurança cosmética globalmente.
“Este estudo é um marco para a indústria capilar, pois oferece evidências científicas que comprovam a segurança do ativo”, afirmou a Dra. Michelle Sabrina da Silva. A empresa planeja publicar os dados completos em revistas científicas internacionais.



