Oposição ataca Tarcísio por contrato com Banco Digimais para PMs
Oposição ataca Tarcísio por contrato com Banco Digimais

A oposição ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, intensificou as críticas em relação ao contrato firmado entre o estado e o Banco Digimais para a oferta de crédito consignado a policiais militares. A instituição financeira, ligada ao bispo Edir Macedo, foi alvo de uma operação da Polícia Federal sob suspeitas de crimes financeiros.

Questionamentos e representação arquivada

Deputados estaduais questionam o convênio, que foi firmado apesar de alertas sobre problemas financeiros do banco. Em maio, um deputado acionou o Ministério Público, que arquivou a representação por falta de indícios de irregularidades. O governo estadual defende que o credenciamento do banco é público e segue a regulamentação vigente.

O Banco Digimais já foi investigado em operação da Polícia Federal por suspeitas de crimes financeiros, o que levanta dúvidas sobre a idoneidade da instituição para realizar operações de crédito com servidores públicos.

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Defesa do governo

A gestão Tarcísio argumenta que o processo de credenciamento de instituições financeiras para consignado é aberto e segue critérios técnicos. O governo nega favorecimento e afirma que o contrato com o Digimais está dentro da lei.

A oposição, no entanto, promete continuar fiscalizando e cobrando transparência. O caso reacende o debate sobre a relação entre o poder público e instituições financeiras com histórico de investigações.

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