Gravar no texto constitucional que BC deve operar Pix não faz sentido
Gravar que BC deve operar Pix na Constituição não faz sentido

A opinião do GLOBO, em seu editorial, argumenta que não faz sentido gravar no texto da Constituição que o Banco Central (BC) deve operar o Pix. O sistema de pagamentos instantâneos precisa ser preservado, mas isso não significa que a autoridade reguladora deva ser sempre a operadora.

O editorial destaca que a proposta de emenda constitucional em tramitação no Congresso Nacional busca garantir que o BC continue sendo o operador do Pix. No entanto, os editores consideram que essa medida é desnecessária e pode engessar o sistema, impedindo futuras inovações ou a participação de outros agentes.

O texto ressalta que o Pix é um sucesso reconhecido internacionalmente, mas sua gestão deve ser flexível e adaptável às mudanças tecnológicas e de mercado. A constitucionalização da operação poderia trazer rigidez e dificultar a evolução do sistema.

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O editorial conclui que a melhor forma de preservar o Pix é por meio de uma regulamentação inteligente e não por amarras constitucionais. O BC já tem autonomia e capacidade técnica para gerir o sistema, sem necessidade de garantias extras na Carta Magna.

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