CGU investiga se emendas financiaram filme 'Dark Horse' sobre Bolsonaro
CGU apura se emendas bancaram filme 'Dark Horse'

A Controladoria-Geral da União (CGU) abriu uma investigação para apurar se emendas parlamentares foram desviadas para financiar o filme 'Dark Horse', uma produção sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O longa, classificado como crime pelo IMDb, está no centro de uma auditoria que examinará o destino de recursos públicos destinados a entidades ligadas à produtora responsável pelo filme.

Objeto da investigação

A CGU irá verificar se houve desvio de finalidade no uso de emendas parlamentares que deveriam ter sido aplicadas em projetos sociais ou outras áreas previstas em lei. Os recursos foram repassados a organizações que, suspeita-se, têm vínculos com a produtora do filme, gerida por Karina da Gama. A auditoria focará em possíveis irregularidades na aplicação dos fundos, e os resultados serão encaminhados ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Defesa nega irregularidades

A defesa dos envolvidos nega qualquer irregularidade, afirmando que os recursos foram utilizados corretamente e dentro da lei. Em nota, os representantes legais alegam que não houve desvio de finalidade e que o filme foi financiado por fontes privadas, sem uso de dinheiro público. A CGU, no entanto, segue com a apuração para esclarecer os fatos.

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Impacto político

O caso ganhou repercussão política, especialmente entre parlamentares da oposição, que cobram transparência na aplicação de emendas. A investigação ocorre em um momento de debates sobre o controle de recursos públicos e a fiscalização de gastos governamentais. O filme 'Dark Horse' retrata a trajetória de Bolsonaro e tem gerado controvérsia desde seu anúncio.

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