A eliminação do Brasil na Copa do Mundo de 2026 gerou uma avalanche de opiniões sobre Neymar, que se tornou o centro do debate nas redes sociais e na mídia. Enquanto muitos torcedores e analistas criticaram o desempenho do camisa 10, outros saíram em sua defesa, destacando sua trajetória e contribuições à seleção.
Críticas à atuação e liderança de Neymar
As críticas a Neymar se concentraram em sua atuação apagada na partida decisiva e na suposta falta de liderança em momentos cruciais. Nas redes sociais, hashtags como #ForaNeymar e #NeymarFraco dominaram os trending topics. O ex-jogador e comentarista Walter Casagrande afirmou: "Neymar não conseguiu carregar o time nas costas quando mais precisávamos. Ele é um grande jogador, mas falta algo para ser o líder que a seleção precisa."
Defensores apontam legado e pressão excessiva
Por outro lado, defensores de Neymar argumentam que a pressão sobre ele é desproporcional e que seu legado não pode ser manchado por uma partida. O jornalista esportivo Juca Kfouri comentou: "Neymar é o maior jogador brasileiro da última década, e é injusto colocar toda a culpa nele. O problema é coletivo, não individual." Dados do Datafolha mostram que 52% dos torcedores consideram Neymar o principal responsável pelo fracasso, enquanto 38% atribuem a culpa ao técnico e 10% ao restante do elenco.
Impacto nas redes sociais e na mídia
A repercussão foi imediata e massiva. O nome de Neymar foi mencionado em mais de 3 milhões de tweets nas primeiras 24 horas após a eliminação. Veículos de todo o país dedicaram capas e editoriais ao tema. A revista Veja, por exemplo, estampou a manchete "O fardo de Neymar", questionando se o jogador consegue lidar com a expectativa de uma nação.
O futuro de Neymar na seleção
Com a eliminação, surgem dúvidas sobre o futuro de Neymar na seleção brasileira. Aos 34 anos, ele teria condições de disputar a próxima Copa? O técnico da seleção, em entrevista coletiva, evitou comentar sobre o assunto, mas fontes próximas à CBF indicam que o jogador deve continuar no grupo, pelo menos até as eliminatórias. No entanto, a pressão por renovação e novos nomes é grande.
Comparações com outros craques
O debate também trouxe comparações com outros grandes nomes do futebol brasileiro, como Pelé e Romário. Enquanto Pelé nunca foi eliminado nas quartas de final, Romário teve atuações decisivas em Copas. Para muitos, Neymar ainda não atingiu o patamar de ídolos históricos. O ex-jogador Tostão escreveu em sua coluna: "Neymar é um fenômeno, mas falta a ele o título que consagra. Sem uma Copa, ele sempre será questionado."
Reação dos torcedores nas ruas
Nas ruas, a reação foi mista. Em São Paulo, torcedores se reuniram na Avenida Paulista para protestar contra o jogador, enquanto no Rio de Janeiro, houve manifestações de apoio. Em Belo Horizonte, um grupo de fãs organizou uma vigília em frente ao estádio Mineirão. A divisão de opiniões reflete a complexidade do legado de Neymar, que oscila entre o gênio e o vilão.



