O coordenador da campanha de Flávio Dino ao Senado, escolhido pessoalmente pelo pai do candidato, tornou-se alvo de fogo amigo nos bastidores políticos. A indicação, que visava fortalecer a estratégia eleitoral, gerou insatisfação entre aliados e membros do partido.
Escolha polêmica e suas consequências
Segundo apuração do blog de Lauro Jardim, o coordenador foi selecionado pelo próprio pai de Flávio Dino, o que gerou desconforto na equipe. A decisão foi vista como uma interferência direta da família na campanha, algo que não agradou a todos. "A escolha foi feita sem consulta ao núcleo político", afirmou uma fonte ligada à campanha.
Desde então, o coordenador enfrenta resistência interna, com críticas sobre sua capacidade de liderança e articulação. A situação se agravou após divergências sobre a distribuição de recursos e a definição de prioridades eleitorais.
Impacto na campanha e reações
O fogo amigo tem gerado ruídos na comunicação da campanha, afetando a coesão da equipe. Flávio Dino, que busca uma vaga no Senado, precisa lidar com as dissidências internas enquanto tenta manter o foco no eleitorado. Até o momento, o candidato não se pronunciou oficialmente sobre o assunto, mas assessores próximos indicam que ele está ciente das tensões.
Especialistas apontam que conflitos internos podem prejudicar o desempenho nas urnas, especialmente em uma disputa acirrada. "A unidade é crucial para transmitir confiança ao eleitor", destacou o cientista político Carlos Melo.



