O ministro da Fazenda, Dario Durigan, em declaração feita em Pequim, negou que as medidas de estímulo econômico do governo federal representem risco de inflação. Em vez disso, atribuiu a atual pressão inflacionária ao conflito no Irã, que eleva os preços dos combustíveis no mercado internacional.
Crítica ao relatório do Banco Central
Durigan criticou um relatório do Banco Central que aponta que políticas de crédito e fiscais podem contribuir para o aumento dos preços. Segundo o ministro, o documento não especifica quais medidas do governo seriam responsáveis por esse efeito. Ele reforçou que o governo tem atuado de forma responsável no controle da inflação.
Medidas de controle fiscal
Como exemplo do esforço governamental, Durigan citou o bloqueio de R$ 23 bilhões no orçamento federal, uma medida que visa conter gastos e evitar pressões inflacionárias. O ministro destacou que a equipe econômica está comprometida com a estabilidade de preços.
“O que gera risco de inflação hoje no Brasil é a guerra no Irã, pelo aumento no preço do combustível”, afirmou Durigan, segundo a agência de notícias. A declaração foi feita durante sua visita a Pequim, onde participa de reuniões bilaterais.



