Tensões pré-Copa: Trump intensifica hostilidades, Infantino apoia
Às vésperas da Copa do Mundo de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dobrou sua aposta contra imigrantes e o Irã, gerando críticas internas, mas recebendo apoio do presidente da Fifa, Gianni Infantino. Em meio a um clima de polarização, a pesquisa mostra que a presença do ICE (Serviço de Imigração e Controle de Aduanas) nos estádios divide os americanos.
Afago de Infantino e restrições da Casa Branca
Infantino minimizou as restrições impostas pela Casa Branca que atingiram um árbitro da Somália e a seleção iraniana. O presidente da Fifa afirmou que as medidas são pontuais e não comprometem o evento, mas a oposição política nos EUA vê a atitude como uma ameaça à integridade do torneio.
Pesquisa revela divisão entre americanos
Uma pesquisa recente mostrou que a presença do ICE em estádios divide os americanos: enquanto parte apoia a fiscalização rigorosa, outra considera a medida discriminatória e prejudicial à imagem do país. A tensão política e as ameaças de retaliação marcam o cenário pré-Copa, com a comunidade internacional de olho nas decisões de Trump.
O sorteio da Copa, que contou com a presença de Trump e Infantino, foi palco de discursos conciliatórios, mas a realidade nos bastidores revela um ambiente de hostilidade crescente. A seleção iraniana, por exemplo, enfrenta dificuldades logísticas devido às sanções, enquanto o árbitro somali teve seu visto negado sem explicações claras.
Especialistas apontam que a postura de Trump pode afetar o turismo e a imagem dos EUA como anfitrião, mas Infantino insiste que a Fifa está focada no esporte. Resta saber se o clima político conseguirá ser contornado até o apito inicial.



