A 'maldição' de Luis Suárez voltou a assombrar Gana na Copa do Mundo de 2026. Em 3 de julho de 2026, o atacante colombiano Luis Suárez, homônimo do ídolo uruguaio, deu o passe para o gol de Jhon Arias, garantindo a vitória da Colômbia por 1 a 0 sobre Gana, pela segunda fase do torneio. A eliminação ganesa ocorreu exatos 16 anos após o episódio que marcou a história das Copas: em 2010, o uruguaio Luis Suárez cometeu um pênalti ao usar a mão para salvar um gol em cima da linha, resultando na expulsão e no pênalti perdido por Asamoah Gyan, que eliminou Gana nas quartas de final.
O lance decisivo em 2026
Na partida realizada em 3 de julho de 2026, o colombiano Luis Suárez, que atua como atacante, recebeu a bola pelo lado direito e cruzou rasteiro para Jhon Arias, que finalizou no canto esquerdo do goleiro, sem chances de defesa. O gol saiu aos 33 minutos do primeiro tempo e foi o suficiente para a Colômbia avançar às quartas de final, enquanto Gana foi eliminada na segunda fase. O jogo foi equilibrado, mas a jogada individual de Suárez fez a diferença. Segundo o técnico colombiano, 'a entrada de Suárez no ataque trouxe a criatividade que precisávamos'.
Repercussão e coincidência histórica
Nas redes sociais, torcedores e comentaristas rapidamente fizeram a ligação com 2010, chamando o episódio de 'maldição de Suárez'. O fato de o homônimo ter sido o protagonista da eliminação gerou debates sobre coincidências no futebol. 'É algo surreal. O nome Suárez parece perseguir Gana', declarou um analista esportivo. A seleção ganesa, que buscava repetir o feito de chegar às quartas como em 2010, viu seus sonhos interrompidos novamente por um jogador chamado Luis Suárez.
O contexto da partida
Gana dominou a posse de bola durante boa parte do jogo, mas encontrou dificuldades para furar a defesa colombiana. A Colômbia, por sua vez, apostou em contra-ataques rápidos. O gol de Arias foi o único do confronto, mas suficiente para definir o placar. Com a vitória, a Colômbia avançou para enfrentar o vencedor de Brasil x Senegal nas quartas de final. Gana, por outro lado, deixa o Mundial com uma campanha de altos e baixos, mas novamente marcada pela 'maldição' de um Suárez.



