A primeira rodada da Copa do Mundo de 2026 já mostrou que os craques continuam sendo peças-chave para definir resultados. Apesar do futebol cada vez mais coletivo, as estrelas individuais fizeram a diferença em várias partidas. Lionel Messi, aos 38 anos, anotou um hat-trick na vitória da Argentina sobre a Argélia, igualando Miroslav Klose como maior artilheiro da história das Copas. Já a França contou com Kylian Mbappé e Olise para liderar o ataque. Outros destaques incluem Harry Kane (Inglaterra), Erling Haaland (Noruega) e Vini Jr. (Brasil). Por outro lado, Cristiano Ronaldo não conseguiu evitar a derrota de Portugal. O levantamento mostra que, embora o futebol de equipe seja fundamental, os craques ainda têm o poder de decidir jogos importantes.
Messi brilha mais uma vez
O argentino Lionel Messi, mesmo em fim de carreira, mostrou que ainda é decisivo. Com três gols contra a Argélia, ele se tornou o maior artilheiro da história das Copas do Mundo, ao lado de Miroslav Klose. A Argentina venceu por 4 a 1 e iniciou a competição com o pé direito.
Mbappé e França dominam
A França, atual campeã, contou com a dupla Mbappé e Olise para vencer sua estreia. Mbappé marcou um gol e deu assistências, enquanto Olise mostrou habilidade e visão de jogo. A equipe francesa é uma das favoritas ao título.
Haaland e Vini Jr. também se destacam
O norueguês Erling Haaland, mesmo em uma seleção considerada azarão, marcou dois gols na vitória sobre a Austrália. Já o brasileiro Vinícius Júnior foi o nome do jogo contra a Sérvia, com um gol e uma assistência. Ambos mostraram que podem carregar suas seleções nas costas.
Ronaldo e Portugal decepcionam
Em contrapartida, Cristiano Ronaldo não conseguiu evitar a derrota de Portugal para a Croácia. O astro português teve poucas chances claras de gol e foi anulado pela defesa adversária. A seleção lusa terá que se recuperar nas próximas rodadas.
O papel dos craques no futebol moderno
A primeira rodada da Copa de 2026 reforça que, embora o futebol seja cada vez mais tático e coletivo, os craques individuais ainda têm poder de decisão. Messi, Mbappé, Haaland e Vini Jr. provaram que podem fazer a diferença em momentos cruciais. Resta saber se essa tendência se manterá ao longo do torneio.



