A seleção brasileira se prepara para enfrentar mais um adversário europeu na Copa do Mundo. Depois do duelo contra a Escócia, disputado sob forte calor nos Estados Unidos, a equipe chega à fase eliminatória ciente de que a natureza da competição muda drasticamente em relação à fase de grupos. Não há margem para erro.
"A gente sabe que agora não tem margem para onde vai ser, os dois times querendo buscar a vitória em todo momento com grandes jogadores. E eu espero que a gente possa fazer um maravilhoso jogo. A gente está buscando sempre melhorar, sempre fazer o que o Mister pede", disse o atacante Endrick.
Histórico positivo em grupos, mas negativo em mata-matas
Foi assim contra a Escócia, outro rival europeu, precisando vencer e com boa margem de gols. O Brasil fez a parte dele. Foi uma das sete vitórias da seleção sobre europeus, além de dois empates, desde a derrota para a Noruega na Copa da França, em 1998. É um belo histórico, mas que se refere apenas a partidas realizadas na fase de grupos. Quando o assunto é mata-mata, o retrospecto é bem diferente e nem tão favorável assim.
A última vez que a seleção venceu um adversário europeu em fase eliminatória foi na final da Copa de 2002, a do penta, com 2 a 0 sobre a Alemanha. De lá para cá, contando somente as fases eliminatórias, são cinco derrotas. No domingo, a seleção tem a chance de quebrar essa escrita que já incomoda bastante.
O antídoto italiano de Carlo Ancelotti
Quem sabe com um antídoto preparado por um europeu também, o italiano Carlo Ancelotti. "Não teve encaixe melhor do que ter o Ancelotti como treinador do Brasil para acolher o grupo, para fazer o grupo se dar bem e evoluir cada vez mais, que é o que está acontecendo na Copa. Esperamos seguir evoluindo, que é o mais importante para nós na busca por esse título", falou Endrick.
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