Ficção brasileira em 2026: pré-história, futebol e autor redescoberto
Pré-história, futebol e autor redescoberto na ficção brasileira em 2026

O mercado editorial brasileiro registrou crescimento de 11,8% em vendas e 12,3% em faturamento no acumulado do primeiro semestre de 2026, segundo dados do setor. O bom momento tem impulsionado investimentos em literatura nacional e estrangeira, com destaque para lançamentos de ficção brasileira que abordam desde pré-história até futebol, passando pela redescoberta de um autor do Centro-Oeste.

Pré-história brasileira em romance de estreia

A escritora Paulliny Tort lança seu romance de estreia, que mergulha na pré-história do Brasil. A obra, ainda sem título divulgado, promete trazer uma narrativa envolvente sobre os primeiros habitantes do território nacional, combinando pesquisa histórica com ficção especulativa. Tort, que já publicou contos em antologias, agora aposta em um romance de fôlego para conquistar leitores.

Futebol como pano de fundo em nova obra de Lilian Sais

Lilian Sais, conhecida por seus romances contemporâneos, traz uma história que tem o futebol como elemento central. O livro explora as relações humanas dentro e fora dos campos, abordando temas como paixão, rivalidade e superação. A autora afirma que a ideia surgiu ao observar a paixão nacional e como ela se reflete na vida cotidiana dos brasileiros.

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Redescoberta de Ricardo Guilherme Dicke

Um dos grandes destaques do semestre é a redescoberta do escritor Ricardo Guilherme Dicke, autor do Centro-Oeste que teve sua obra reeditada após décadas de esquecimento. Dicke, que escreveu nos anos 1970 e 1980, é considerado um dos precursores da literatura regionalista com toques de realismo mágico. A nova edição de seu romance mais emblemático, antes fora de catálogo, tem atraído a atenção de críticos e leitores.

Mercado editorial em alta

O crescimento do mercado editorial, com aumento de 11,8% em vendas e 12,3% em faturamento, reflete uma retomada consistente após anos de crise. Livrarias físicas e plataformas digitais têm registrado aumento na procura por títulos nacionais. Segundo especialistas, o público brasileiro está cada vez mais aberto a autores contemporâneos e a temas locais, o que estimula editoras a investirem em novos talentos e relançamentos.

“O momento é muito positivo para a literatura brasileira. Vemos um interesse renovado por histórias que dialogam com nossa cultura e nossa história”, afirmou um representante do setor. A expectativa é que o segundo semestre de 2026 mantenha o ritmo de crescimento, com mais lançamentos e eventos literários.

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