Diane Kruger, conhecida por seu papel em 'Bastardos Inglórios', está de volta aos cinemas com 'Uma Infância Alemã', filme que a levou a refletir sobre suas próprias origens e a Alemanha do pós-guerra. Em entrevista exclusiva à Coluna, a atriz comentou sobre o longa recém-chegado ao Brasil com distribuição da Imovision.
Reflexões sobre a Alemanha do pós-guerra
“À medida que envelheço, começo a me perguntar como deve ter sido crescer naquele caos”, disse Kruger, que interpreta uma mulher lidando com as consequências da guerra. O filme marca o reencontro com o diretor Fatih Akin, com quem trabalhou em 'Em Pedaços', produção que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes em 2017.
Elogios a Fatih Akin
Diane não economiza elogios ao cineasta. “Eu o acho brilhante. Não apenas como diretor, mas como ser humano, com todas as suas falhas, paixões e qualidades artísticas”, afirmou. A parceria entre os dois tem sido frutífera, e Kruger destaca a sensibilidade de Akin ao abordar temas complexos.
Recordações de 'Bastardos Inglórios'
A conversa também passou pelo clássico de Quentin Tarantino. Diane guarda lembranças especiais do trabalho e da personagem Bridget von Hammersmark. “Aquele personagem certamente foi um dos grandes da minha carreira”, contou. A cena em que oficiais alemães bebem em um bar na companhia da atriz, uma espiã dos aliados, é um dos pontos altos do filme.
Torcida dividida na Copa
A entrevista foi concedida antes da eliminação da Alemanha na Copa do Mundo, quando a atriz ainda dizia se sentir “legitimamente no direito de torcer tanto pela Alemanha quanto pela França”. Com a saída alemã, restou a ela torcer pela França ao som de 'A Marselhesa'.



