O publicitário Thiago Miranda, proprietário da Agência Mithi, que intermediou repasses financeiros para a produção do filme sobre Jair Bolsonaro, procurou o executivo da BYD no Brasil, Alexandre Baldy, em busca de reuniões de negócios. Segundo Baldy, Miranda pediu 'dezenas de agendas', mas nunca foi atendido.
Contexto da intermediação
Thiago Miranda é conhecido por ter atuado como intermediário em repasses para o filme que aborda a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. A informação foi revelada pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo. O banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, também foi mencionado em conexão com o caso.
Procuras não atendidas
Alexandre Baldy, que atualmente é vice-presidente de Relações Institucionais da BYD no Brasil, confirmou que Thiago Miranda fez múltiplas tentativas de contato para marcar encontros. 'Ele pediu dezenas de agendas, mas nunca o atendi', afirmou Baldy. A recusa em receber o publicitário se deu, segundo o executivo, por falta de interesse em tratar de assuntos relacionados ao filme ou a outros negócios.
Impacto e desdobramentos
A intermediação de repasses para o filme de Bolsonaro gerou controvérsia, especialmente após a revelação de que Thiago Miranda atuou como ponte entre financiadores e a produção. A procura por Baldy, que é uma figura influente no setor automotivo e político, indica uma tentativa de expandir a rede de contatos do publicitário. No entanto, a falta de resposta de Baldy sugere que a BYD não deseja se envolver em questões políticas controversas.



