A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro protocolou 75 pedidos de registro de marcas no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) utilizando o nome da família Bolsonaro. Os pedidos abrangem uma ampla gama de produtos, desde alimentos e cosméticos até armas de fogo e bebidas alcoólicas.
Variedade de produtos
Entre os itens solicitados estão perfumes, joias, vinhos, bananadas e até armas. Enquanto alguns registros, como os de perfumes e joias, já foram aprovados, outros enfrentam obstáculos legais. A iniciativa começou em 2024, com o lançamento de perfumes e vinhos que rapidamente esgotaram.
Justificativa do PL Mulher
Em março, o PL Mulher afirmou que os pedidos foram feitos para impedir que os nomes sejam usados "para venda de produtos que não condizem com os valores e princípios defendidos" pelo casal Bolsonaro. A medida visa proteger a imagem da família no mercado.
O caso ganhou destaque após o sucesso do perfume "Bolsonaro", que esgotou em seis horas. A estratégia de registro de marcas busca evitar o uso não autorizado do nome em produtos de baixa qualidade ou que possam prejudicar a reputação da família.



