O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) celebrou seus 74 anos com um anúncio de R$ 140 bilhões destinados ao programa Nova Indústria Brasil. O valor, revelado durante evento que reuniu autoridades e representantes do setor produtivo, reforça o papel do banco como indutor de investimentos em setores estratégicos da economia nacional.
Recursos para inovação e desenvolvimento sustentável
Os R$ 140 bilhões serão aplicados em iniciativas voltadas ao fortalecimento da indústria, inovação e desenvolvimento sustentável. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou a importância do montante para impulsionar a competitividade do país. “Estamos comprometidos em apoiar projetos que gerem emprego, renda e sustentabilidade”, afirmou Mercadante durante a cerimônia, que contou com a presença de autoridades e empresários.
Resultados recentes do banco
O anúncio ocorre em um momento em que o BNDES apresenta resultados positivos em suas operações. Nos últimos meses, a instituição registrou aumento no volume de aprovações de crédito para setores como infraestrutura, energia limpa e tecnologia. Segundo dados do banco, as aprovações cresceram 25% em comparação ao ano anterior, totalizando R$ 50 bilhões apenas no primeiro semestre de 2024.
Impacto na economia nacional
A Nova Indústria Brasil é um programa estratégico do governo federal que visa modernizar o parque industrial brasileiro, incentivar a inovação e promover a sustentabilidade. Com os novos recursos, o BNDES espera alavancar investimentos em áreas como bioeconomia, transformação digital e descarbonização. Especialistas apontam que a medida pode gerar até 2 milhões de empregos diretos e indiretos nos próximos cinco anos.
O evento de aniversário do BNDES também serviu para reforçar parcerias com o setor privado. Representantes de entidades como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) elogiaram a iniciativa. “O BNDES é um parceiro fundamental para a retomada do crescimento industrial”, disse o presidente da CNI, Ricardo Alban.



