Preso em Macapá suspeito de esconder carros roubados para quadrilha
Preso em Macapá por esconder carros roubados para grupo

A Polícia Civil do Amapá prendeu na quarta-feira (18) um homem de 53 anos suspeito de integrar um esquema de roubo de veículos em Macapá. A prisão foi divulgada neste domingo (21) pela corporação. Segundo as investigações, o suspeito escondia carros roubados em sua residência para facilitar a logística de uma quadrilha especializada em furtos.

Veículo roubado encontrado na garagem

Agentes da Delegacia de Repressão a Roubo e Furto de Veículos (DRFV) localizaram um carro vermelho roubado estacionado na garagem da casa do suspeito, localizada no bairro do Muca, zona Sul da capital. Durante a abordagem, o homem confessou saber da origem ilícita do automóvel e afirmou ter recebido o veículo com promessa de pagamento.

Rede de esconderijos desarticulada

A delegada Katiúscia Pinheiro, responsável pelo caso, explicou que a prisão foi resultado de um mapeamento da logística utilizada pelo grupo criminoso. “Nossas investigações demonstraram que o furto de veículos muitas vezes conta com uma estrutura de suporte que garante o esconderijo dos bens para dificultar a pronta recuperação pela polícia. A retirada de circulação de indivíduos que garantem essa guarda é essencial para asfixiar a logística criminosa e reduzir os índices desse tipo de delito na nossa capital”, afirmou a delegada.

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A polícia apurou que o caso não foi isolado. O suspeito fazia parte de uma rede que ocultava veículos roubados para viabilizar a atuação da quadrilha. Ele já responde a processos por furto e possui registros de violência doméstica.

Investigação em andamento

O homem foi encaminhado ao sistema prisional e está à disposição da Justiça, devendo passar por audiência de custódia. A DRFV segue investigando para identificar outros envolvidos e localizar mais veículos escondidos pela quadrilha.

Alerta à população

A Polícia Civil reforça que comprar objetos sem nota fiscal ou de origem duvidosa pode configurar crime de receptação. Produtos “baratos” de fontes não confiáveis representam risco e podem levar à responsabilização criminal.

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