O radiologista brasileiro Pedro Moraes apresentou no European Congress of Radiology 2026 uma técnica inovadora que promete aumentar a segurança da ablação térmica em regiões delicadas do pescoço. Batizado de “Dry Martini”, o método foi desenvolvido ao longo de anos de pesquisa e agora ganha reconhecimento internacional.
Como funciona o método Dry Martini
A técnica consiste na injeção de uma solução especial que cria uma barreira protetora ao redor do tumor, isolando-o de estruturas vitais como vasos sanguíneos e nervos. Isso permite que a ablação térmica seja realizada com maior precisão, reduzindo os riscos de danos colaterais.
Resultados promissores
Segundo Moraes, os primeiros testes clínicos mostraram uma redução significativa nas complicações pós-operatórias. “Conseguimos tratar tumores em locais antes considerados inacessíveis sem comprometer a segurança do paciente”, afirma o médico.
A apresentação no congresso europeu gerou grande interesse entre especialistas da área, que veem no Dry Martini uma alternativa eficaz para procedimentos minimamente invasivos. A expectativa é que a técnica seja incorporada a protocolos internacionais nos próximos anos.
O Instituto Medicina em Foco, onde Moraes atua, já iniciou parcerias com centros de pesquisa europeus para expandir os estudos e treinar equipes no uso do novo método.



