O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou os pedidos da Defensoria Pública da União (DPU) para adiar o julgamento de Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão foi tomada nesta segunda-feira, 15 de junho de 2026.
Pedidos rejeitados
A DPU havia solicitado o adiamento do julgamento e também a convocação de um ministro extra para compor a Primeira Turma do STF, que atualmente está com apenas quatro integrantes. Moraes, no entanto, argumentou que a ausência de um quinto membro não prejudica a defesa do réu.
Acusações contra Eduardo Bolsonaro
Eduardo Bolsonaro é acusado de coação no âmbito do processo que investiga seu pai, Jair Bolsonaro, por suposta tentativa de golpe de Estado. A Procuradoria-Geral da República (PGR) alega que Eduardo articulou sanções internacionais para pressionar o STF e interferir nas investigações.
O julgamento está mantido para a data já agendada, e a defesa de Eduardo Bolsonaro ainda pode recorrer da decisão de Moraes. O caso segue gerando repercussão política e jurídica no país.



