A Jeep lançou no Brasil a versão Longitude do Commander, posicionada abaixo da Limited T270, com preço inicial de R$ 232.290. A nova configuração busca reduzir a distância entre o Caoa Chery Tiggo 8 e a linha do SUV de sete lugares, que até então não tinha uma opção de entrada tão acessível.
Para chegar a esse valor, o Longitude perde alguns equipamentos em relação à Limited, como alerta de colisão com frenagem automática, alerta de saída de faixa, farol-alto automático, detector de fadiga, piloto automático adaptativo e carregador por indução. As rodas são de 18 polegadas com novo desenho, e os bancos combinam tecido e couro. Por outro lado, mantém painel de 10,25 polegadas, central multimídia de 10,1 polegadas com espelhamento sem fio, faróis full LED, porta-malas elétrico, chave presencial com partida remota, ar-condicionado automático de duas zonas, sensor de chuva e luz, alerta de ponto cego e sistema de estacionamento automático.
O Commander Longitude é oferecido apenas com o motor 1.3 turbo T270, que entrega 180/185 cv e 27,5 kgfm de torque, acoplado a um câmbio automático de seis marchas e tração dianteira. Não há opção do motor 2.0 turbodiesel com tração integral, disponível apenas a partir da versão Limited, por R$ 299.990.
Com 4.769 mm de comprimento, 2.794 mm de entre-eixos e 1.685 kg, o Commander é um SUV grande e pesado. O motor 1.3 turbo mostra limitações em baixas rotações, especialmente na cidade, onde o carro sofre nas arrancadas e exige mais do acelerador. O consumo urbano com etanol é de 6,9 km/l, enquanto na estrada chega a 8,2 km/l. O porta-malas oferece 661 litros com a terceira fileira rebatida e 233 litros com ela em uso.
A terceira fileira é adequada para pessoas menores e trajetos curtos, com espaço limitado para pernas. O acabamento interno segue o padrão Jeep, com couro no painel e bancos em couro e suede, mantendo boa qualidade de montagem. A versão Longitude se aproxima em preço de SUVs médios topo de linha, como o próprio Compass, e pode gerar dúvidas na escolha do cliente.



