Igor Zampieri, de 18 anos, foi inocentado no caso da morte do cão Orelha, que as investigações concluíram ter sido causada por uma grave doença preexistente, e não por maus-tratos. O jovem, que enfrentou uma campanha de ódio nas redes sociais, quebrou o silêncio em um vídeo emocionado, afirmando que, apesar do arquivamento do caso, ainda é chamado de assassino.
Jovem desabafa sobre perseguição online
“Fui condenado por um boato das redes sociais”, disse Igor, que desde o início negou qualquer envolvimento com a morte do animal. Ele relatou que, mesmo após a comprovação de sua inocência, continua sendo alvo de ataques virtuais e acusações infundadas. “Seguem me chamando de assassino, mesmo com todas as provas”, desabafou.
Investigação aponta erro nas acusações iniciais
As investigações revelaram que o cão Orelha sofria de uma doença grave, que foi a causa real da morte. Perícias veterinárias atestaram que não havia sinais de violência ou maus-tratos. O inquérito foi arquivado por falta de provas contra Igor, mas o dano à sua reputação já estava feito. O caso gerou grande repercussão nas redes sociais, com milhares de pessoas compartilhando postagens acusatórias.
Impacto psicológico e lições
Igor afirma que o episódio afetou profundamente sua saúde mental e sua vida social. “Perdi amigos, fui humilhado publicamente. As pessoas acreditaram em uma mentira sem questionar”, lamentou. Ele espera que seu caso sirva de alerta sobre os perigos da desinformação e do linchamento virtual. “Não desejo isso para ninguém. A verdade demorou, mas veio. Infelizmente, o preconceito continua.”



