Defesa de Jairinho alega nulidades e prevê anulação do júri no caso Henry
Defesa de Jairinho alega nulidades e prevê anulação do júri

A defesa de Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, condenado a 43 anos de prisão pela morte do menino Henry Borel, anunciou que irá recorrer da decisão. O advogado Rodrigo Faucz sustenta que o julgamento foi marcado por uma série de nulidades e que o júri popular deverá ser anulado.

Alegações de nulidades

Segundo Faucz, houve irregularidades durante o processo que comprometeram a imparcialidade do julgamento. Ele critica a forte influência da opinião pública e da mídia, que, em sua visão, teriam pressionado os jurados. O defensor afirma que Jairinho deveria ter sido absolvido por falta de provas concretas.

Expectativa de novo julgamento

A defesa espera que o Tribunal de Justiça reconheça as nulidades e convoque um novo júri. Nesse novo julgamento, todos os direitos processuais seriam respeitados e as provas seriam analisadas de forma isenta. Faucz confia que, com um julgamento justo, a inocência de Jairinho será comprovada.

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O caso Henry Borel, que chocou o país, envolve a morte do menino de 4 anos em 2021, no Rio de Janeiro. Jairinho, ex-vereador, foi condenado por homicídio triplamente qualificado e outros crimes. A defesa agora aguarda a análise do recurso.

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