Times Square será a casa do Jornal Nacional na Copa do Mundo em Nova York
Casa do JN na Copa: Times Square em Nova York

A Times Square, no coração de Nova York, será a casa do Jornal Nacional durante a Copa do Mundo. Nesta segunda-feira (8), chegou a hora de contar onde fica a casa do Jornal Nacional na Copa do Mundo. “A gente está no coração da ilha de Manhattan. No Centro de Nova York, onde a Sétima Avenida se encontra com a Broadway. É o lugar da cidade mais visitado pelos turistas e onde se festeja o Ano Novo. É, também, símbolo do entretenimento americano”, conta Renata Vasconcellos.

O encontro de sons e culturas

Os sons do planeta se encontram todos na Times Square, Nova York. É nesse cenário que a Broadway faz esquina com a imaginação do mundo. Ronny Dutra, coreógrafo e diretor, descreve sua primeira impressão: “No meu primeiro momento em Nova York, eu decidi que eu ia entrar no metrô e sair na Times Square. Eu olhei para cima e falei: 'Uau!'.” Renata pergunta: “O que você sentiu?” Ronny responde: “A minha imaginação começou a correr para lugares que eu nunca havia sonhado.”

Um ponto de vista privilegiado

O Ronny Dutra trabalha há quase dez anos na Broadway. É coreógrafo e diretor. Ele apresentou a Times Square dele. Ronny Dutra: “Renata, a gente está aqui na escada do TKTS. TKTS é o lugar que todo mundo vem para ter uma vista panorâmica de 360º de Times Square. Você olha para cima, você tem luz para tudo quanto é lado.” Renata Vasconcellos: “Luz e cor, né?” Ronny Dutra: “Luz, cor, sons, pessoas, culturas.” Renata Vasconcellos: “Então vamos subir até lá.” Ronny Dutra: “Cada pessoa que está ali agora: se a gente tirasse uma foto, eu tenho certeza que a gente teria pelo menos umas 30 culturas diferentes, pessoas de todo lugar do mundo.” Renata Vasconcellos: “Sim. Dá para sentir essa vibração.”

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O restaurante icônico

Ronny Dutra: “Tudo que é icônico, de uma forma ou de outra, acaba parando na Times Square, porque é para onde as pessoas vêm, não tem como. Agora eu quero te levar em um dos restaurantes mais icônicos de Nova York. Lá, a comida é só um detalhe.” Ronny Dutra: “O diferencial, como você pode ver, é que os seus garçons, eles te servem cantando.” Renata Vasconcellos: “Eles dançam onde?” Ronny Dutra: “Onde tiver espaço.”

A sinfonia urbana

Na esquina do mundo, o silêncio não dura nem um segundo. Sirenes, sinais, sotaques. É uma sinfonia nervosa de vozes urbanas, simultâneas, sem parar. “Eu nunca tinha escutado tanta língua diferente na minha vida”, conta uma turista. “Tem muito brasileiro, árabe, dominicano, tem muita nacionalidade”, diz outro turista.

Tecnologia e emoção

A Times Square é uma espécie de trilha sonora do planeta Nova York. Por todo lado, tem tecnologia: os painéis espalham luzes, cores. A vibração é exagerada mesmo. Só que, nos próximos 39 dias, esse canto do mundo vai ouvir outro som. Porque os sons da Copa do Mundo cabem quase todos na nossa memória. A emoção de ser Brasil nos jogos da Copa tem 96 anos de história; cinco estrelas no peito. “O Brasil quer que o Neymar desencante, mas que a Seleção como um todo vença”, diz um brasileiro. “Vou torcer pelo Vinicius Junior, com certeza”, afirma outro brasileiro. “Também o Endrick, né? Nova geração”, diz um brasileiro. “Muito amor pela camisa, muito amor pela Seleção. Eu acho que a gente vai fazer bonito”, afirma uma brasileira.

A Copa do Mundo e suas memórias

Quando a gente passeia pela história, percebe quantas emoções fazem uma Copa do Mundo. A Copa é esporte, é cultura, é família, é memória afetiva. Imagina, então, na maior Copa do Mundo de todos os tempos. A partir desta segunda-feira (8), o Tio Sam vai ouvir a nossa batucada.

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