Paisagismo e iluminação: disciplinas que transformam a arquitetura contemporânea
Paisagismo e iluminação: a nova cara da arquitetura

Quando se fala em arquitetura, é comum que o olhar se volte primeiro para o edifício. No entanto, nos projetos contemporâneos, duas disciplinas vêm ganhando protagonismo: o paisagismo e a iluminação. Esses projetos são responsáveis por definir como um espaço é percebido e, principalmente, vivido. Leia a matéria para entender como elas se complementam!

Paisagismo: a arquitetura dos jardins (e do que se sente lá fora)

Engana-se quem associa paisagismo apenas à escolha de plantas. Na prática, trata-se de uma disciplina que organiza o espaço externo com a mesma precisão de um projeto arquitetônico. Um bom projeto de paisagismo parte de três camadas: o olhar (até onde a vista alcança), o lugar (o contexto em que o terreno está inserido) e o conteúdo (o que acontece ali). É a partir dessa leitura que o paisagista define caminhos, níveis, áreas de permanência e relações entre cheios e vazios. A vegetação entra na sequência, como parte de um sistema maior.

No Haikai, novo empreendimento da Plaenge na Gleba Palhano, o paisagismo é o ponto de partida do projeto. Assinado por Alex Hanazaki, um dos nomes mais reconhecidos do cenário contemporâneo mundial e duplamente premiado pela American Society of Landscape Architects (ASLA), o desenho organiza o terreno em uma malha geométrica precisa, onde gramado, sombra e água constroem diferentes formas de uso ao longo do dia. O paisagismo cria tempo: espaços para caminhar, parar, observar e permanecer.

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Iluminação: o que transforma o espaço ao longo do dia

Se o paisagismo define o espaço, a iluminação define como ele será percebido. Um projeto luminotécnico vai muito além de garantir visibilidade. Ele trabalha com três níveis de percepção: ver (identificar o espaço e seus elementos), olhar (direcionar a atenção) e contemplar (provocar sensação). É nesse terceiro nível que a iluminação deixa de ser técnica e passa a ser experiência.

No Haikai, a iluminação é assinada pelo LD Studio, escritório responsável por projetos como o Museu do Amanhã, o Copacabana Palace e a Igreja da Pampulha. Pela primeira vez em Londrina, o escritório traz uma abordagem em que a luz não se impõe, mas acompanha o ambiente. Nas áreas sociais, a iluminação cria contrastes e profundidade. Já nos espaços de bem-estar, torna-se mais difusa, contribuindo para uma atmosfera mais contemplativa. A luz, nesse contexto, altera o ritmo do espaço.

Quando as disciplinas trabalham juntas

O que diferencia um projeto completo é a forma como essas camadas se conectam. No Haikai, as disciplinas se constroem juntas desde o início. Paisagismo e iluminação nascem em diálogo, com Alex Hanazaki e o LD Studio definindo, lado a lado, o partido do projeto. A água, o percurso, a luz e a sombra são pensados como um único gesto, onde cada decisão já considera a outra. O resultado é um espaço em que forma, paisagem e atmosfera surgem inseparáveis.

Projetos de paisagismo e iluminação bem resolvidos não chamam atenção de imediato, pelo contrário! Eles atuam de forma mais sutil, ajustando o olhar, o tempo e a relação. Em um momento em que o morar passa a valorizar mais o bem-estar e a experiência cotidiana, essas disciplinas deixam de ser coadjuvantes e assumem um papel central.

Conheça o Haikai

Quer ver como essa construção se revela na prática? Visite a Central de Apartamentos Decorados da Plaenge e conheça o Haikai. Estamos na Avenida Madre Leônia Milito, 1.700. Para mais informações, acesse plaenge.com.br/embreve ou entre em contato pelo telefone (43) 3294-1500.

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