A Seleção Brasileira busca fortalecer o emocional para evoluir na Copa do Mundo. O ambiente na equipe fica mais leve quatro dias após uma estreia complicada. A interpretação dos jogadores sobre o jogo contra Marrocos está mais clara. Danilo, lateral da Seleção, comentou: "Não adianta a gente falar: o mais experiente está acostumado. Obviamente, isso conta. Mas está todo mundo com energia à flor da pele. A ansiedade é sempre grande."
Nervosismo refletido em erros simples
O nervosismo apareceu em lances simples como domínios de bola, passes fáceis e lançamentos. Erros que normalmente não cometem. "A melhor forma de crescer e consertar tudo aquilo é encarar com realidade e com clareza. Tenho certeza de que aquele primeiro tempo é um primeiro tempo completamente aquém das nossas capacidades", afirmou Danilo.
Liderança de Danilo em campo
Aos 34 anos, Danilo disputa sua terceira Copa do Mundo. Além de atuar como lateral e zagueiro, exerce liderança na comunicação do Brasil. Ele sabe o que pedir dos companheiros: "Encontrar esses mecanismos de equilíbrio. Esse equilíbrio. Primeiro o equilíbrio. A gente precisa achar o equilíbrio primeiro."
Recuperação após resultado ruim
Na primeira fase da Copa, as equipes têm chance de reverter um diagnóstico negativo após um resultado ruim. Uma boa vitória pode comprovar que a cabeça está no lugar. "O Brasil precisa entrar taticamente bem postado, fazer um jogo seguro. Um jogo onde a gente vai querer, sim, o comando da partida. E buscar ganhar a todo momento", disse Danilo.
Aceitar a condição de não favorito
Se não é mais o favorito de outros tempos, aceitar essa condição pode ser a melhor estratégia. "Isso, para mim, é maturidade. Temos Raphinha, temos Vini, temos Endrick, temos Rayan... Nós temos gente que, na hora que eles derem uma brecha, nós vamos fazer gol. Depois, defender o resultado com vida", afirmou Danilo.



