Jornais brasileiros tratam cada momento da Copa como histórico
Jornais brasileiros veem Copa como história

Uma análise comparativa entre a cobertura da Copa do Mundo de 2026 no Brasil e em outros países revela uma diferença marcante: os jornais brasileiros tendem a tratar cada momento da competição como histórico, enquanto publicações estrangeiras optam por adjetivos como "dramático" ou "extraordinário". A observação foi feita pelo colunista Marcelo Barreto, que destacou a tendência em sua coluna exclusiva para assinantes.

Paixão nacional ou cultura local?

Segundo Barreto, a diferença pode ser atribuída à paixão brasileira pelo futebol ou à cultura local, que valoriza cada feito significativo como parte da história do esporte. Enquanto no Brasil o termo "histórico" é frequentemente usado, veículos de outros países preferem uma linguagem mais moderada, mesmo diante de momentos marcantes, como o gol de Lionel Messi na partida entre Argentina e Jordânia, em 27 de junho de 2026, no Dallas Stadium.

Exemplo concreto

Na partida do Grupo J, Messi marcou o terceiro gol da Argentina, que venceu por 3 a 0. A imagem do atacante comemorando foi amplamente divulgada, mas a abordagem narrativa variou: enquanto a imprensa brasileira classificou o lance como "histórico", jornais internacionais usaram termos como "extraordinário" ou "dramático".

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Impacto na percepção pública

Essa diferença de tratamento pode influenciar a percepção do público sobre a importância dos eventos. No Brasil, a Copa é vista como um momento de união nacional, e cada jogo é carregado de emoção e significado. Já em outros países, a cobertura tende a ser mais analítica e menos emotiva. Ainda assim, cada feito significativo contribui para a história do futebol, independentemente do adjetivo usado.

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