Fifa proíbe garrafas reutilizáveis na Copa 2026; médicos alertam para riscos de morte
Fifa proíbe garrafas reutilizáveis na Copa 2026; médicos alertam

A decisão da Fifa de proibir garrafas reutilizáveis nos estádios durante a Copa do Mundo de 2026 gerou forte reação de entidades médicas, que alertam para riscos graves à saúde dos torcedores. Em meio a uma onda de calor que pode elevar as temperaturas a até 40°C, especialistas afirmam que a restrição pode aumentar casos de desidratação, exaustão pelo calor e insolação, podendo levar a mortes.

Motivação da Fifa e críticas

A entidade justifica a medida como forma de evitar que objetos sejam arremessados em campo, garantindo a segurança de jogadores e árbitros. No entanto, médicos e associações de torcedores consideram a proibição desproporcional e perigosa. O MetLife Stadium, em Nova Jersey, que sediará partidas do torneio, foi citado como exemplo de local onde o calor pode ser extremo.

Riscos à saúde em destaque

Em comunicado, a Associação Médica Americana afirmou que a proibição "pode levar a mortes evitáveis", especialmente entre idosos, crianças e pessoas com condições pré-existentes. A falta de acesso a água potável durante os jogos, combinada com altas temperaturas, cria um cenário de risco elevado. Especialistas recomendam que a Fifa reconsidere a medida e permita garrafas vazias ou reutilizáveis, desde que inspecionadas.

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Reação dos torcedores

Torcedores também manifestaram indignação nas redes sociais, criticando a priorização da segurança contra arremessos em detrimento da saúde pública. Muitos planejam levar garrafas escondidas ou comprar água dentro dos estádios, o que pode gerar filas e aumentar a exposição ao calor.

A Fifa ainda não se pronunciou oficialmente sobre as críticas, mas a pressão cresce para que reveja a regra antes do início do torneio, marcado para junho de 2026.

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