Estreia do Irã na Copa é marcada por empate e protestos
Estreia do Irã na Copa: empate e protestos políticos

A estreia do Irã na Copa do Mundo de 2026, realizada em Los Angeles, foi marcada por um empate movimentado de 2 a 2 contra a Nova Zelândia e por protestos políticos significativos. Torcedores iranianos contrários ao regime dos aiatolás conseguiram entrar no Estádio de Los Angeles com um símbolo que havia sido vetado pela Fifa: a antiga bandeira do leão e sol, que representa um 'Irã livre'. Apesar das tensões políticas, após a bola rolar, as arquibancadas se uniram para apoiar a seleção, que protagonizou um confronto intenso e equilibrado diante dos neozelandeses.

Protestos e símbolos proibidos

Torcedores apareceram com versões da bandeira do Irã proibidas pela Fifa no entorno do estádio de Los Angeles. A imagem, registrada pelo fotógrafo Mario Tama da Getty Images, mostra o antigo símbolo do leão e sol, vetado pelo regime dos aiatolás. O ato foi uma forma de protesto político, mas não impediu que a torcida se unisse em apoio à seleção iraniana dentro do estádio.

Jogo movimentado

O confronto entre Irã e Nova Zelândia foi emocionante, com ambas as equipes criando chances e alternando na liderança do placar. A partida terminou em 2 a 2, resultado que deixou as duas seleções em situação delicada no grupo, mas com esperanças de classificação. A torcida iraniana, inicialmente dividida por questões políticas, acabou se unindo para empurrar o time em busca de um resultado positivo.

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Contexto político

Os protestos ocorrem em meio a um momento de tensão política no Irã, com movimentos de oposição ao regime dos aiatolás ganhando força entre a diáspora iraniana. A Fifa havia vetado o uso do antigo símbolo nacional, mas torcedores desafiaram a proibição, usando o emblema como forma de manifestação política. A situação gerou debates sobre o papel do esporte em contextos de repressão política.

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