Bruno Guimarães era a melhor opção para o pênalti?
Bruno Guimarães era a melhor opção para o pênalti?

A eliminação do Brasil na Copa do Mundo de 2026, após derrota para a Noruega, trouxe à tona a polêmica sobre a escolha do batedor de pênalti. Bruno Guimarães, volante do Newcastle, desperdiçou a cobrança no primeiro tempo, quando o placar ainda estava em 0 a 0. O técnico Carlo Ancelotti justificou a decisão pela falta de jogadores com melhor histórico disponíveis em campo.

Desempenho de Bruno Guimarães em pênaltis

Bruno Guimarães tem um histórico de cinco acertos em seis cobranças pelo Newcastle, o que lhe confere um aproveitamento de 83,3%. No entanto, esta foi a primeira vez que ele cobrou um pênalti pela seleção brasileira. A escolha surpreendeu, considerando que outros jogadores em campo, como Vinícius Júnior, também já haviam batido penalidades, mas com desempenho irregular.

Justificativa de Ancelotti

Segundo Ancelotti, a decisão foi baseada na ausência de cobradores mais experientes. "Neymar, Raphinha e Igor Thiago têm melhor aproveitamento, mas não estavam disponíveis. Bruno era a melhor opção entre os que estavam em campo", explicou o técnico. Além de Bruno, Rayan e Matheus Cunha foram considerados, mas Ancelotti optou pelo volante por seu histórico no Newcastle.

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Polêmica e impacto na eliminação

A derrota por 1 a 0 eliminou o Brasil nas oitavas de final, gerando críticas à comissão técnica. A escolha do batedor foi um dos pontos mais questionados, já que o pênalti perdido poderia ter mudado o rumo do jogo. A ausência de Neymar, lesionado, e de Raphinha e Igor Thiago, que não estavam em campo, limitou as opções de Ancelotti.

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