Brasil joga na segunda às 14h; empresas decidem liberação
Brasil joga na segunda às 14h; empresas decidem liberação

A Seleção Brasileira entra em campo na próxima segunda-feira, 29 de junho de 2026, às 14h (horário de Brasília), pela segunda fase da Copa do Mundo. A partida, que será realizada em Houston, nos Estados Unidos, cai em horário comercial no Brasil, o que levanta dúvidas sobre a liberação dos trabalhadores.

Legislação não obriga empresas a liberar funcionários

De acordo com a legislação trabalhista brasileira, não há obrigatoriedade de as empresas liberarem seus empregados para assistir aos jogos da Copa. A decisão cabe a cada empregador, que pode optar por flexibilizar a jornada ou permitir a saída antecipada. No entanto, faltar ao trabalho sem autorização pode resultar em desconto salarial e outras penalidades.

No Rio de Janeiro, a prefeitura decretou ponto facultativo para servidores municipais em dias de jogos da Seleção, mas a medida não se estende ao setor privado. Em São Paulo e outras capitais, não há previsão de feriado ou ponto facultativo para a data.

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Brasil avançou em primeiro no Grupo C

A Seleção Brasileira garantiu a primeira colocação do Grupo C após vencer a Escócia por 2 a 0 no Miami Stadium, em 24 de junho. O atacante Vinicius Junior marcou o segundo gol da equipe e foi um dos destaques da partida. Com o resultado, o Brasil enfrentará um adversário ainda a ser definido na segunda fase.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não se manifestou oficialmente sobre a questão da liberação dos torcedores, mas torce para que as empresas adotem medidas que permitam aos brasileiros acompanharem o jogo.

Impacto econômico e social

Especialistas em direito trabalhista alertam que a ausência não justificada pode gerar descontos no salário e até mesmo demissão por justa causa em casos extremos. Por outro lado, algumas empresas já anunciaram que irão liberar os funcionários ou adotar horários alternativos, como forma de incentivar o engajamento e a produtividade.

Segundo levantamento de associações comerciais, cerca de 30% das empresas brasileiras costumam liberar seus empregados em dias de jogos da Seleção em Copas do Mundo, mas a adesão varia conforme o porte e o setor.

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