Balanço da segunda fase da Copa do Mundo 2026: zebras e artilheiros
Balanço da segunda fase da Copa 2026: zebras e artilheiros

Segunda fase da Copa do Mundo 2026 é marcada por surpresas e goleadas

A segunda fase da Copa do Mundo de 2026, que incluiu as oitavas de final e as quartas de final, foi encerrada com um balanço repleto de emoções, zebras e números expressivos. O placar mais elástico ficou por conta da goleada da França sobre o Marrocos por 5 a 0, enquanto a maior surpresa foi a eliminação da Alemanha pelo Paraguai nos pênaltis, após empate em 1 a 1 no tempo regulamentar. As demissões de técnicos de seleções eliminadas também marcaram o período.

Artilheiros do mata-mata: Mbappé, Oyazarbal, Kane e Tielemans

O atacante francês Kylian Mbappé, o espanhol Mikel Oyazarbal, o inglês Harry Kane e o belga Youri Tielemans dividem a artilharia da fase eliminatória, cada um com três gols marcados. Mbappé balançou as redes contra o Marrocos (2) e nas quartas contra a Inglaterra (1). Oyazarbal marcou dois gols nas oitavas contra a Suíça e um nas quartas diante da Croácia. Kane fez dois gols de pênalti contra a Alemanha e um na vitória sobre o Brasil. Tielemans anotou dois gols contra o Uruguai e um na partida contra a Espanha.

Maior zebra: Paraguai elimina Alemanha nos pênaltis

O Paraguai protagonizou a maior zebra da segunda fase ao eliminar a Alemanha, tetracampeã mundial, nas oitavas de final. Após empate por 1 a 1 no tempo normal, com gol de Antonio Sanabria para os paraguaios e de Kai Havertz para os alemães, a decisão foi para os pênaltis. O goleiro paraguaio Antony Silva defendeu duas cobranças, garantindo a vitória por 4 a 2. A Alemanha não era eliminada por uma seleção sul-americana fora do continente desde 2010.

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Demissões de técnicos marcam o fim de campanhas

Pelo menos três federações demitiram seus treinadores após a eliminação na segunda fase. A Federação Alemã de Futebol (DFB) anunciou a saída de Hansi Flick, sob pressão após a eliminação precoce. A Federação Uruguaia também demitiu Marcelo Bielsa, após a derrota para a Bélgica nas quartas de final. Já a Federação Marroquina optou pela demissão de Walid Regragui, após a goleada sofrida para a França. Outras federações, como a do Brasil, mantiveram seus técnicos apesar das críticas.

Cabo Verde surpreende e Equador decepciona

Cabo Verde, estreante em Copas, foi uma das sensações da segunda fase. A seleção africana conseguiu um empate heroico por 2 a 2 contra a Argentina nas quartas de final, forçando a prorrogação e os pênaltis, onde acabou derrotada por 4 a 3. O desempenho foi elogiado internacionalmente. Por outro lado, o Equador foi o grande destaque negativo. Após passar em segundo lugar no grupo, a seleção equatoriana foi goleada por 4 a 0 pela Espanha nas oitavas de final, encerrando uma campanha decepcionante que gerou protestos da torcida.

França e Espanha avançam com tranquilidade

França e Espanha foram as seleções que tiveram as vitórias mais tranquilas na segunda fase. A França goleou o Marrocos por 5 a 0 nas oitavas e venceu a Inglaterra por 2 a 1 nas quartas, com destaque para Mbappé. A Espanha venceu a Suíça por 3 a 0 nas oitavas e a Croácia por 2 a 0 nas quartas, demonstrando solidez defensiva. Ambas avançaram às semifinais, onde enfrentarão, respectivamente, Argentina e Bélgica.

Impacto e estatísticas da segunda fase

A segunda fase da Copa de 2026 registrou média de 2,8 gols por partida, com 22 gols em 8 jogos. Foram duas vitórias por goleada (França 5-0 Marrocos e Espanha 4-0 Equador) e duas decisões nos pênaltis (Paraguai x Alemanha e Argentina x Cabo Verde). O público total nos estádios foi de aproximadamente 480 mil pessoas, com lotação máxima em todas as partidas. A FIFA destacou o alto nível técnico e a competitividade da fase.

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