UBS rebaixa Bolsa e aponta 'canário da mina' para investidor brasileiro
UBS rebaixa Bolsa e aponta 'canário da mina'

O UBS rebaixou a recomendação para a Bolsa brasileira, apontando o que chama de 'canário da mina' para o investidor local. A decisão ocorre em meio a um cenário de incertezas econômicas globais, com destaque para o payroll nos Estados Unidos e o PIB da zona do euro, que movimentam os mercados nesta sexta-feira.

Payroll nos EUA e PIB da zona do euro

O mercado aguarda os dados do payroll americano, que podem influenciar as decisões do Federal Reserve. Na Europa, o PIB da zona do euro também está no radar dos investidores, enquanto a Bolsa de Nova York opera em queda, pressionada por ações de inteligência artificial.

Cenário político e econômico no Brasil

No Brasil, a política fiscal e as eleições de 2026 geram expectativas. Enquanto isso, a decisão dos EUA sobre classificar PCC e CV como organizações terroristas entra em vigor, com impactos na segurança e na economia. O ministro Mauro Vieira criticou as tarifas americanas, afirmando que desconsideram a realidade brasileira.

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Mercados e empresas

A Vibra anunciou o resgate antecipado de R$ 779 milhões em debêntures. A Raízen assinou acordo para vender seu negócio na Argentina por US$ 1,42 bilhão. A Equatorial segue na disputa pela Copasa, enquanto o Itaúsa desistiu de nova proposta. A Atom informou que o contrato de intermediação da OPA entre Mirae e Valorant foi encerrado.

Investimentos e finanças pessoais

Fundos de crédito privado, como o da Blackstone, limitam saques em meio a alta de resgates. A XP Educação oferece formação gratuita em IA. Especialistas recomendam 13 ações para comprar em junho, consideradas futuras gigantes da Bolsa. No setor imobiliário, a burocracia trava negócios e aumenta riscos jurídicos.

Mundo e geopolítica

Putin mantém posição linha-dura, mas sinaliza que ideias de Trump podem trazer paz. A Rússia mostra sinais de fraqueza na Ucrânia, intensificando ataques. O secretário do Tesouro dos EUA, Bessent, diz que o país pressiona o Brasil contra tributação de serviços digitais. A Suíça enviará 4.000 soldados para a fronteira durante a cúpula do G7 na França.

Esportes e entretenimento

Neymar não viaja com a seleção para amistoso, mas tem previsão de volta a campo. O México declarou o cachorro caramelo como símbolo nacional, gerando reação de brasileiros. No basquete, a NBA lida com o paradoxo do novo contrato bilionário.

Análises e colunas

Márcio Apolinário analisa João Fonseca como ativo valioso. Eduardo Mendes discute o limite do contrato bilionário na NBA. Marina Borges explica o Expense Ratio em seguradoras. A Fortune reporta que trabalhar duro não basta; o futuro depende da riqueza da família.

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