Super Quarta pode redefinir o rumo do fluxo estrangeiro?
A Super Quarta desta semana traz decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos, além da prévia do PIB e outros indicadores importantes. O mercado financeiro está atento aos possíveis impactos no fluxo de capital estrangeiro e na direção dos ativos locais.
O Dow Jones Futuro opera em queda antes da primeira decisão do Fed sob a chefia de Warsh, indicando cautela entre os investidores. No Brasil, o Copom deve anunciar sua decisão sobre a taxa Selic, enquanto o mercado aguarda os dados do PIB.
Ações em destaque
Entre as empresas que chamam a atenção dos investidores estão Raízen, WEG, Jalles Machado, B3 e PRIO. A WEG fará pagamento de proventos no valor de R$ 438,1 milhões, e a Jalles Machado reportou prejuízo de R$ 50,9 milhões no quarto trimestre, alta anual de 498,8%.
No cenário internacional, a rede Pizza Hut foi vendida por R$ 13,7 bilhões em meio a dificuldades financeiras. Além disso, um simples prompt no ChatGPT quase estragou um negócio de US$ 50 milhões em Nova York.
Política e economia
No campo político, o STF condenou Eduardo Bolsonaro a 4 anos e 2 meses por coação, e a irmã de 'Sicário' ameaçou expor a família Vorcaro, segundo investigação da Polícia Federal. O presidente Lula, Costa e von der Leyen discutem restrições da UE a produtos brasileiros.
No mercado de trabalho, 97% dos brasileiros não têm reserva financeira, e a longevidade impulsiona a segunda carreira, mudando os planos de aposentadoria.
Investimentos
Na renda fixa, as taxas de CDBs, LCIs e LCAs são monitoradas às vésperas do Copom. Os FIIs PMLL11 e TRXF11 concluíram aquisições importantes, enquanto os melhores multimercados apostam no exterior, com um campeão pagando 1.600% do CDI em um mês.
O dólar e os juros também estão no radar, com a Super Quarta podendo definir o próximo movimento do mercado.



