O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic para 14,25% ao ano, mas manteve tom cauteloso, sinalizando que o ciclo de cortes pode estar próximo do fim. A decisão foi acompanhada de perto pelo mercado, que também monitora os desdobramentos do Federal Reserve (Fed) e a entrada em vigor do acordo entre Estados Unidos e Irã.
Mercados reagem a múltiplos estímulos
O Ibovespa opera em volatilidade nesta quinta-feira, enquanto investidores digerem a decisão do Copom e o comunicado do Fed, que manteve os juros inalterados. O dólar apresenta leve alta, e os juros futuros oscilam. O acordo EUA-Irã, que prevê reabertura do Estreito de Ormuz e alívio de sanções, também influencia o cenário global.
Empresas anunciam proventos
A TIM, Porto e Allos divulgaram o pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio. Confira os valores e datas. A Brava Energia recebeu pedido de arbitragem da Westlawn sobre o Campo de Atlanta, enquanto a Cade aprovou a aquisição do controle da Brava pela Ecopetrol.
Onde investir com Selic a 14,25%
Com a Selic elevada, 10 ações de dividendos ainda superam o CDI. O Tesouro Direto apresenta taxas atraentes, e o crédito privado enfrenta desafios com dívidas próximas a 20% ao ano. Especialistas recomendam cautela e diversificação.
Política e mundo
No cenário político, Eduardo Bolsonaro pede retomada de sanções contra o ministro Alexandre de Moraes após condenação no STF. O governador Ronaldo Caiado afirma que Flávio Bolsonaro perde capacidade de vencer Lula no segundo turno. No Ceará, pesquisa Atlas/Focus mostra empate técnico entre Ciro Gomes e Elmano de Freitas.
No plano internacional, o acordo EUA-Irã foi assinado, e o presidente Trump disse que 'ninguém atacou a escola de meninas no Irã de propósito'. O presidente Lula volta a cobrar o Conselho de Segurança da ONU por uma solução para a guerra na Ucrânia.



