Região do Alto Tietê registra saldo positivo de 179 vagas formais em maio, aponta Caged
O Alto Tietê encerrou maio com saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada, totalizando 179 novas vagas formais. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Apesar do resultado positivo, o número representa queda significativa em relação ao mesmo período do ano anterior e ao mês imediatamente anterior.
Comparação com maio de 2025 e abril de 2026
Em maio de 2025, a região havia criado 328 vagas formais, o que significa uma redução de 45,4% no saldo atual. Já em relação a abril de 2026, quando foram gerados 539 postos de trabalho, a queda foi de 66,8%. Especialistas apontam que a comparação com o mesmo mês de anos anteriores é a forma mais adequada para avaliar a evolução do mercado de trabalho, por reduzir efeitos sazonais.
Admissões e desligamentos na região
Em maio, a região registrou 16.468 contratações e 16.299 demissões, resultando no saldo líquido de 179 vagas. Os dados abrangem os dez municípios do Alto Tietê: Arujá, Biritiba-Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel e Suzano.
Destaques positivos: Itaquaquecetuba e Suzano lideram
Entre as cidades da região, Itaquaquecetuba e Suzano registraram os maiores saldos de empregos formais no mês, com 176 vagas cada. Ferraz de Vasconcelos aparece na sequência, com saldo positivo de 40 postos de trabalho.
Saldo negativo em quatro municípios
Quatro municípios fecharam maio com saldo negativo de empregos formais: Poá (-116), Arujá (-81), Mogi das Cruzes (-33) e Santa Isabel (-18).
Cenário nacional: Brasil cria 73 mil empregos formais em maio
Em todo o país, o Brasil criou 73 mil empregos com carteira assinada em maio, de acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego. No período, foram registradas aproximadamente 2,2 milhões de admissões e 2,13 milhões de desligamentos. Na comparação com maio de 2025, quando foram criados cerca de 153,1 mil empregos formais, o saldo recuou 52,3%. Especialistas consideram a comparação com o mesmo mês de anos anteriores a forma mais adequada para avaliar a evolução do mercado de trabalho, por reduzir os efeitos da sazonalidade.



