Mitos sobre cremação ainda confundem brasileiros, diz CEO
Mitos sobre cremação confundem brasileiros

A cremação ainda é cercada por mitos e desinformação no Brasil, apesar de custos competitivos e novas formas de despedida. A afirmação é de Vinícius Chaves de Mello, CEO do Grupo Riopae, que comenta os principais equívocos que persistem entre os brasileiros.

Principais mitos sobre a cremação

Um dos mitos mais comuns é que a cremação seria mais cara que o sepultamento tradicional. No entanto, segundo Mello, os custos podem ser equivalentes ou até menores, dependendo da região e dos serviços escolhidos. Outro equívoco é a crença de que a cremação impede a realização de cerimônias de despedida. Na verdade, é possível realizar velórios e homenagens antes ou depois do processo.

Desinformação e novas práticas

Mello destaca que a falta de informação leva muitas famílias a descartar a cremação como opção. Ele ressalta que, atualmente, existem alternativas como a cremação com cerimônia personalizada e a guarda das cinzas em casa ou em jazigos. "A cremação não é um processo frio ou impessoal; pode ser tão significativo quanto o sepultamento", afirma o CEO.

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Segundo dados do setor, a taxa de cremação no Brasil ainda é baixa em comparação com países como Estados Unidos e Reino Unido, onde ultrapassa 50%. No Brasil, o percentual gira em torno de 15%, mas vem crescendo gradualmente.

Impacto e tendências

A desmistificação da cremação pode ampliar as opções das famílias em momentos de luto. Mello acredita que, com mais informação, a procura pelo serviço deve aumentar. "O importante é que as pessoas conheçam todas as possibilidades e escolham de acordo com suas crenças e desejos", conclui.

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