A Polícia Militar de São Paulo esclareceu que o homem morto em uma ação da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) na Zona Leste da capital paulista não era suspeito do atentado contra o tenente Ronickson Pimentel, baleado na última semana em São Caetano do Sul, no ABC paulista. A corporação informou que a abordagem ocorreu no contexto de uma denúncia sobre uma eventual participação indireta do indivíduo no crime contra o oficial.
Detalhes da ação policial
Segundo a PM, os agentes da Rota realizavam diligências para apurar a denúncia quando localizaram o homem. Durante a abordagem, ele teria reagido armado, o que levou os policiais a efetuarem disparos. O homem morreu no local. A corporação não divulgou a identidade do morto nem detalhes sobre a arma utilizada. O caso foi registrado no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e segue sob investigação.
Estado de saúde do tenente
O tenente Ronickson Pimentel, que sofreu um atentado a tiros em São Caetano do Sul, continua internado em estado grave, mas apresenta sinais de melhora, de acordo com boletim médico divulgado nesta terça-feira (2). A Polícia Civil investiga a motivação e a autoria do crime. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.
A PM reforçou que a ação da Rota não está diretamente relacionada ao atentado, mas sim a uma linha de investigação que buscava possíveis conexões indiretas. A corporação afirmou que todas as circunstâncias da morte do homem serão rigorosamente apuradas, conforme prevê o protocolo para ocorrências com resultado letal envolvendo policiais militares.



