Perícia contradiz versão da suspeita e aponta dopagem seletiva
A perícia realizada no caso do casal de idosos assassinados a facadas em um apartamento em Belo Horizonte contradiz a versão apresentada pela diarista Paola Stefany Neto Cirino, presa em flagrante. De acordo com o delegado responsável, os exames toxicológicos encontraram clonazepam apenas no organismo das vítimas, reforçando a suspeita de que ela planejou dopar os idosos para cometer o latrocínio.
Confissão e alegação de surto psicótico
Paola confessou o crime, mas alegou ter agido durante um "surto psicótico". No entanto, a presença do medicamento apenas nas vítimas indica premeditação, segundo o delegado. "A suspeita de que ela dopou os idosos para matá-los e roubá-los é forte. A perícia mostra que ela não ingeriu a substância, o que contradiz a tese de surto", afirmou.
Prisão preventiva e investigação em fase final
A prisão em flagrante de Paola foi convertida em preventiva pela Justiça. A polícia informou que a investigação está na fase final, com foco no crime de latrocínio (roubo seguido de morte). As autoridades buscam esclarecer a dinâmica do crime e a motivação da suspeita, que trabalhava como diarista na residência das vítimas.
Detalhes do crime e próximos passos
O casal de idosos foi encontrado morto a facadas no apartamento onde morava, no bairro Funcionários, em Belo Horizonte. Paola foi presa em flagrante após ser identificada por câmeras de segurança. Com a conversão da prisão em preventiva, ela permanecerá detida até o julgamento. A polícia aguarda laudos complementares para concluir o inquérito.



