Padrasto condenado a 33 anos por estupro do enteado em Itararé
Padrasto condenado a 33 anos por estupro do enteado

Um homem foi condenado a 33 anos e quatro meses de prisão por estuprar o próprio enteado, uma criança de quatro anos, em Itararé, no interior de São Paulo. A sentença foi aplicada pelo juízo da comarca e divulgada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) nesta quinta-feira (25).

Detalhes do crime

Segundo o MPSP, a criança narrou que o padrasto praticava atos libidinosos repetidamente quando ficava sozinha com ela. O acusado dava bebidas alcoólicas à mãe da vítima para que ela adormecesse, aproveitando-se para cometer os abusos. Além do estupro, o homem também submetia o menino a castigos e agressões como forma de disciplina abusiva, deixando-o com diversos hematomas pelo corpo.

Condenação e pena

A pena de 33 anos e quatro meses foi aplicada pelo juízo de Itararé. O caso foi tratado com rigor pela Justiça, que considerou a gravidade dos crimes e a vulnerabilidade da vítima. O MPSP destacou a importância da denúncia e do acompanhamento de casos de violência sexual infantil.

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Como identificar sinais de abuso

Especialistas recomendam atenção a mudanças de comportamento em crianças, como medo excessivo, agressividade, isolamento, conhecimento sexual inadequado para a idade, lesões físicas ou doenças sexualmente transmissíveis. A orientação é que, ao menor sinal, os responsáveis procurem ajuda de profissionais de saúde ou denunciem ao Conselho Tutelar ou à polícia.

Proteção e denúncia

O MPSP reforça que a denúncia é fundamental para interromper o ciclo de violência. Canais como o Disque 100 (Direitos Humanos) e o 190 (Polícia Militar) podem ser acionados anonimamente. A condenação em Itararé serve como alerta para a necessidade de vigilância e ação rápida em casos de abuso infantil.

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