Mulher finge estar morta para sobreviver a ataque a facadas na Bahia
Mulher finge estar morta para sobreviver a ataque na Bahia

Uma mulher de 24 anos sobreviveu a um ataque a facadas após fingir estar morta na sexta-feira (3), no povoado de Caldeirão Novo, zona rural de Araci, a 107 km de Feira de Santana. A estratégia fez com que o suspeito, ex-companheiro dela, interrompesse as agressões e fugisse do local, conforme a Polícia Militar.

O ataque e a simulação de morte

Segundo a PM, a vítima estava em um bar quando foi abordada pelo ex-companheiro. O homem insistiu para que reatassem o relacionamento, mas ela recusou. Ao deixar o estabelecimento, a mulher seguiu para casa, mas passou a ser perseguida. Durante o trajeto, ele a alcançou e a atacou com golpes de faca no pescoço, braço e perna.

Diante da violência, a vítima fingiu estar morta. Acreditando que ela havia morrido, o suspeito fugiu. Quando os policiais chegaram, encontraram a mulher ferida. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestaram os primeiros socorros e a encaminharam para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Araci. O estado de saúde dela não foi divulgado.

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Perseguição e fuga do suspeito

Na manhã de sábado (4), policiais militares tentaram localizar o homem após receberem a informação de que ele circulava em uma motocicleta cinza, a mesma usada para fugir após o crime. Ao perceber a aproximação da viatura, o suspeito fugiu e, durante a perseguição, perdeu o controle da motocicleta e bateu em uma árvore. Em seguida, abandonou o veículo e correu para uma área de mata.

Os policiais seguiram em busca do homem e chegaram a uma casa de familiares dele. Conforme a corporação, ao notarem a chegada da viatura, parentes teriam avisado o suspeito, que voltou a fugir em direção à vegetação. Apesar das buscas, ele não foi encontrado. A motocicleta, sem placa de identificação, foi apreendida e apresentada na Delegacia Territorial (DT) de Araci.

Investigação em andamento

A Polícia Militar informou que continua realizando diligências para localizar o suspeito. O caso é investigado pela Polícia Civil. A atitude rápida da vítima em simular a própria morte foi crucial para sua sobrevivência, segundo relato da PM.

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